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Educação

- Publicada em 11h06min, 29/10/2019. Atualizada em 21h41min, 29/10/2019.

Professores do Colégio Americano param devido a atraso de salários

Colégio Americano é um dos mais tradicionais da Capital e volta a ter paralisação por atrasos

Colégio Americano é um dos mais tradicionais da Capital e volta a ter paralisação por atrasos


MARCELO G. RIBEIRO/JC
Atualizada às 15h45min de 29/10/2019
Atualizada às 15h45min de 29/10/2019
Os professores do Colégio Americano, uma das escolas privadas mais tradicionais de Porto Alegre, param as atividades nesta terça-feira (29) e quarta (30) devido ao atraso no pagamento de salários referentes a setembro. De acordo com o Sindicato dos Professores do Ensino Privado (Sinpro-RS), o Instituto Metodista de Educação e Cultura, mantenedor da escola, pagou apenas 12% do salário de setembro.
A escola confirmou que não está tendo aulas nesta terça devido à paralisação. 
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Em junho passado, o Americano fez greve por um dia pelo mesmo motivo, quando mais de 90% do corpo docente aderiu ao movimento, segundo o sindicato.
A paralisação ocorre nesta terça-feira (29) e quarta (30). O Sinpro-RS divulgou nota informando que a rede fez sucessivas promessas ao longo do mês de depósito do salário, o que não foi cumprido. O sindicato irá avaliar a ação novamente em reunião no último dia da greve.
O Colégio Metodista Americano funciona desde 1889 e fica no bairro Rio Brando da Capital. Assim como o Centro Universitário Metodista (IPA), a escola é administrada pela Rede de Educação Metodista. Os atrasos referentes a setembro também são registrados nos vencimentos dos docentes do Centro Universitário Metodista (IPA), segundo o Sinpro-RS.
O colégio informou “que os salários dos docentes e administrativos vencidos em 5 de outubro de 2019 estão sendo regularizados paulatinamente.” A administração não divulgou datas e nem se a regularização dos pagamentos será feito na íntegra. Segundo nota oficial, “nos encontramos em um cenário econômico global e desafiador, mediante instabilidade econômica na qual o País está imerso”, e que “esse cenário impacta diretamente empresas brasileiras, inclusive as instituições educacionais.”
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