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Porto Alegre, quarta-feira, 17 de julho de 2019.
Dia de Proteção às Florestas .

Jornal do Comércio

Política

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Governo Federal

Edição impressa de 17/07/2019. Alterada em 17/07 às 03h00min

Presidente não recorre, e Justiça encerra processo de Adélio Bispo

Réu confesso pelo crime cometido, Adélio Bispo foi considerado inimputável

Réu confesso pelo crime cometido, Adélio Bispo foi considerado inimputável


TOMAZ SILVA/AGÊNCIA BRASIL/JC
Sem manifestações do presidente Jair Bolsonaro (PSL) e do Ministério Público Federal (MPF) em Minas Gerais, a 3ª Vara Federal de Juiz de Fora anunciou, nesta terça-feira (16), o encerramento do caso Adélio Bispo de Oliveira, responsável por desferir uma facada no então candidato à Presidência em setembro. Com isso, não cabem mais recursos à sentença proferida no dia 14 de junho, que considerou Adélio inimputável - incapaz de responder por seus atos.
Sem manifestações do presidente Jair Bolsonaro (PSL) e do Ministério Público Federal (MPF) em Minas Gerais, a 3ª Vara Federal de Juiz de Fora anunciou, nesta terça-feira (16), o encerramento do caso Adélio Bispo de Oliveira, responsável por desferir uma facada no então candidato à Presidência em setembro. Com isso, não cabem mais recursos à sentença proferida no dia 14 de junho, que considerou Adélio inimputável - incapaz de responder por seus atos.
Segundo a Justiça, Bolsonaro, que representou como assistente de acusação na ação penal, foi intimado no dia 28 de junho sobre a decisão e não recorreu a ela. O MPF foi intimado em 17 de junho. O prazo para recursos se esgotou no último dia 12.
Na sentença, o juiz Bruno Savino reconheceu que Adélio tem transtornos mentais e não era capaz de responder por seus atos quando atacou Bolsonaro e optou por aplicar medida de segurança. Pela Lei de Execuções Penais, nestes casos, o preso seria encaminhado a hospitais de custódia para receber tratamento psiquiátrico. O magistrado, porém, optou por manter Adélio no presídio federal de Campo Grande. Medidas de segurança não têm pena determinada, dependem de alta de um médico para que o preso seja liberado.
Procurada pela reportagem, a Presidência da República não se manifestou sobre a decisão até a publicação desta reportagem. O MPF não quis comentar. O advogado de defesa de Adélio, Zanone Manuel de Oliveira, já havia antecipado que não iria recorrer da decisão.
 
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