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Porto Alegre, domingo, 03 de junho de 2018.
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Jornal do Comércio

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Roberto Brenol Andrade

Palavra do Leitor

Notícia da edição impressa de 04/06/2018. Alterada em 03/06 às 18h36min

Arambaré e a BR-116

Arambaré, pequena cidade à margem da Lagoa dos Patos, tem história para contar. E é isso que a Associação de Pesquisa Histórica de Arambaré se propõe. Os "Arachanes", índios que vinham dos Andes anualmente como nômades, forma que era como nós humanos vivíamos antes da agricultura fazer com que fixássemos assento nos lugares de plantação, deixaram uma lenda de lembrança de sua passagem por lá. Uma índia chamada "Justa" ficou em Arambaré. E a lenda permanece. Depois da Revolução Farroupilha, quando até Garibaldi passou ao largo com seus barcos, começou a era de ouro da vila Arambaré, pertencente ao município de Camaquã. Plantação de arroz, que permanece até hoje e engenhos de arroz, literalmente a todo vapor. Era com vapores que sacas e sacas eram transportadas pela Lagoa dos Patos ao norte e ao sul. Eis que pelos anos 1950 foi aberta a BR-116. O transporte passou a ser motorizado. Aos poucos não vinham mais barcos, trapiches estragaram, os engenhos foram fechando, já que as estradas vicinais não tinham condições para caminhões e por fim terminou tudo. A agora cidade de Arambaré, com toda beleza que a lagoa oferece, com certeza será um prazeroso local de turismo, ainda mais com a duplicação da BR-116 e a bela estrada ERS-350, que liga Arambaré a Camaquã. (Catia Brach Monser)
Cortes na saúde
Em relação à matéria Para reduzir diesel, governo onera exportador e corta gastos (Jornal do Comércio, 01/06/2018), o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Robson Andrade, só está preocupado com as perdas dos empresários e não para as perdas da saúde, que já é precária no Brasil. Resumindo: não podem perder nenhum centavo, e os pobres que morram nas filas dos postos de saúde e hospitais. (Daciur Santos, Porto Alegre)
Greve dos caminhoneiros
O pronunciamento de um general do Comando Militar do Sul (CMS) só merece elogios. Falou bem, pouco e muito coerentemente. Disse que o Exército, a Marinha, a Força Aérea, a Brigada Militar, os Bombeiros, a Polícia Civil, o pessoal da Susepe, ninguém mesmo, quer confronto, mas sim diálogo para liberar combustível aos serviços essenciais. O Exército, disse o general, quer acordo com os caminhoneiros, nada de força. Outros tempos, outra visão. E nada de ditadura. Aliás, os militares são os primeiros e refutarem qualquer ato nessa direção. Ficaram escaldados com 1964 e as agressões sofridas por conta do período. (José Mello, aposentado)
De Frente para o Guaíba
Sobre o texto De Frente para o Guaíba (Palavra do Leitor, Jornal do Comércio, 01/06/2018), Henrique Wittler é um estudioso dos rios do nosso Estado, tanto quanto ao aspecto natural, como quanto à viabilidade econômica. Tem publicado o projeto Ibicuí-Jacuí. Seu trabalho deveria ser mais valorizado pelo povo e pelos governos. (Francisco Berta Canibal, Arroio dos Ratos/RS)
 
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