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Porto Alegre, segunda-feira, 28 de maio de 2018.
Dia da Saúde.

Jornal do Comércio

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Roberto Brenol Andrade

Palavra do Leitor

Notícia da edição impressa de 29/05/2018. Alterada em 28/05 às 21h18min

Caminhoneiros

Que o preço dos combustíveis está caro, disso ninguém, discorda. Mas, a reclamação dos caminheiros tem que ter limites pautados pelo bom-senso. Não é possível sair apedrejando e mesmo atirando com armas contra aqueles colegas caminhoneiros que têm compromissos de entregar suas cargas e receber o seu dinheiro. Isso é uma demasia, um erro contra toda a sociedade, um crime. Em tese, a maioria dos brasileiros concorda que o diesel está caro. Mas, vamos tratar do assunto sem parar o País. (Júlio de Carli, aposentado)
Caminhoneiros II
Fez bem a Justiça em mandar que os grevistas caminhoneiros desimpeçam as rodovias, tirando a barricadas, inclusive com fogo em pneus, nas rodovias. Isso é demais. Tem ambulâncias, caminhões com medicamentos, pessoas com compromissos médicos, pessoal que trabalha em hospitais e todos sendo bloqueados e sem poder cumprir seus horários. Os prejudicados não são os do governo federal, mas os brasileiros em geral. Se não acabarem os bloqueios nas rodovias, a população tirará toda a simpatia que tem - ou tinha - pelo movimento. (Nélia Gonzaga, Rio Pardo/RS)
Greve
Os caminhoneiros não devem continuar com uma greve após terem suas reivindicações atendidas, todas, pelo que entendi, pelo governo federal. Ou, então, tem dedos de partidos políticos no meio da greve. A paralisação dos caminhoneiros parou o Brasil. Com certeza, também é o sonho de alguns partidos políticos, que jamais conseguiram isso, mesmo querendo. (Telmo Fioravante, Porto Alegre)
Greve II
Por que os petroleiros querem fazer greve contra a política de preços da Petrobras? Por acaso isso não é para recobrar as finanças da estatal, roubada nos últimos anos como jamais antes se viu? E por que não fizeram greve contra a roubalheira? Claro, greve em serviço público ou estatal não dá em nada, como sempre. (Celso Soares)
Julinho
O tradicional Colégio Estadual Júlio de Castilhos, que teve sua bela sede na João Pessoa incendiada em meados do século passado, passou, provisoriamente, para prédio na Riachuelo, esquina Caldas Júnior, e, há cerca de 60 anos, está na João Pessoa, congrega muitos ex-alunos. Seja por meio da sua operante Associação de Ex-Alunos, seja por iniciativa pessoal. É o que tem acontecido com os alunos do então 2º ano Científico de 1962, que se reúnem, periodicamente, para trocar ideias, rever colegas já grisalhos e rememorar. No último encontro no tradicional Restaurante Copacabana, lá estiveram o médico Gildo Coifman, o engenheiro Claudio Ruschel, o ministro aposentado do TST Gelson de Azevedo, Roberto Andrade e Flávio Simões Pires. Mas, a turma é bem maior. O frio da noite deve ter assustado alguns da nossa terceira idade... (Antonio Rebouças, engenheiro)
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