O viaduto da Scharlau, em São Leopoldo, no Vale do Rio dos Sinos, foi inaugurado no dia 16 de agosto. A nova estrutura viária visa desafogar o trânsito na BR-116, local por onde passam cerca de 140 mil veículos diariamente, e facilitar o acesso a cidades-polo como Caxias do Sul, Novo Hamburgo e Gramado (
Jornal do Comércio, edição de 19/08/2024). Qualquer reivindicação em infraestrutura no Brasil é antiga, de pelo menos 30 anos. Isso se ficarmos apenas no modal rodoviário, o mais recente no País. A verdade é que estamos atrasados. A BR-116 já deveria estar duplicada de norte a sul do Brasil, assim como a BR-101. (Vinícius Moraes)
Inacreditável é a nova ponte do Guaíba ainda estar inacabada. (César Souza Gonçalves)
O vice-governador gaúcho, Gabriel Souza (MDB), preside o Plano Rio Grande, de reconstrução após as enchentes que atingiram o RS nos meses de abril e maio. São ações pela retomada econômica, pela geração de emprego e pelo restabelecimento dos níveis de arrecadação (
Entrevista especial, JC, 12/08/2024). A pergunta é: e as obras inacabadas mesmo antes da enchente, como as da fundação socioeducativa em Viamão, Santa Cruz do Sul e Osório? Está tudo abandonado, o governo tem que dar jeito de continuar, se não vai se deteriorar tudo o que já foi construído. (Pâmela Moisés)
O garçom Zezinho é um patrimônio do Restaurante Gambrinus, no Mercado Público de Porto Alegre (
Coluna Começo de Conversa, JC, 14/08/2024). Fui muitíssimo bem atendida por ele quando fui saborear o delicioso mocotó do Gambrinus. (Alexandra Akemi Tanaka)
O Instituto de Pesquisas Hidráulicas da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (IPH/Ufrgs) não faz mais parte do Conselho Deliberativo do Departamento Municipal de Águas e Esgotos (Dmae). A Ufrgs possuía uma cadeira no órgão (
Site do JC, 14/08/2024). É por essas e por outras que passamos pelo que passamos com a enchente em Porto Alegre. Desta forma fica mais fácil a prefeitura pagar rios de dinheiro para uma consultoria internacional que não entende nada da nossa região. (Rosângela Alves)
A Boate Lei Seca foi uma das mais populares casas noturnas de Porto Alegre. Entre 1993 e 1997 atraiu milhares de jovens sedentos por algo diferente, puxados pela estratégia comercial de democratizar um espaço com perfil mais elitizado de clientela (
Reportagem Cultural, caderno Viver, JC, 25/08/2023). Excelente matéria! (Marceli Riffel)