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Porto Alegre, domingo, 05 de agosto de 2018.
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Jornal do Comércio

Notícia da edição impressa de 23/07/2018.
Alterada em 05/08 às 19h59min
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A China e a religião

Templo Lama, o mais tradicional ponto de peregrinação de seguidores do budismo em Pequim

Templo Lama, o mais tradicional ponto de peregrinação de seguidores do budismo em Pequim


THIAGO COPETTI/ESPECIAL/JC
Pequim
» Os chineses são, em sua maioria, ateus. Para fazer parte do Partido Comunista, por exemplo, esse é um pré-requisito. Cerca de 90% da população não tem nenhuma religião.
» O restante se divide, em proporções semelhantes, entre católicos, budistas e taoistas.
» Os católicos já tiveram grande influência entre antigos imperadores. Como faziam traduções sobre conhecimentos ocidentais para o mandarim, como ciências e astronomia, eram bastante valorizados. Alguns padres chegaram a ser conselheiros de imperadores.
» A única religião autóctone da China é taoísmo, já que o budismo tem origem na Índia e o confucionismo não é uma religião (como acreditam alguns ocidentais), mas, sim, uma filosofia.
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Thiago Copetti

A convite do Centro Internacional de Imprensa da China, o repórter está participando de um intercâmbio no gigante asiático. No blog Conexão China, apresentará, além de informações econômicas e políticas da segunda maior economia do mundo, também curiosidades culturais e gastronômicas, dicas de turismo e como é o cotidiano da vida em Pequim.