Considerado um dos alimentos mais antigos da humanidade, o pão está presente no dia a dia de milhões de pessoas ao redor do mundo. Seja na forma do tradicional pão francês - o popular "cacetinho" -, do pão de forma ou das versões mais artesanais, ele atravessa gerações, culturas e fronteiras. Ao longo do tempo, ganhou novos formatos, sabores, métodos de preparo e formas de consumo.
Nesta quinta-feira, 16 de outubro, celebra-se o Dia Mundial do Pão. Para empreendedores que escolheram esse alimento como base de seus negócios, todo dia é motivo para comemorar. É o caso da Padaria Bassani, fundada em 2009, que se consolidou como uma referência na Zona Sul de Porto Alegre. A prova disso são os 2 mil pães vendidos diariamente pela operação, todos produzidos artesanalmente. Ao longo dos 16 anos de história, a padaria mudou algumas vezes de direção, mas sempre com o sobrenome Bassani no comando. Hoje administrada por Rômulo, sua mãe Andreia e sua irmã Giovana, o negócio segue sendo familiar na gestão, mas já cresceu o suficiente para contar com 20 funcionários.
Nesta quinta-feira, 16 de outubro, celebra-se o Dia Mundial do Pão. Para empreendedores que escolheram esse alimento como base de seus negócios, todo dia é motivo para comemorar. É o caso da Padaria Bassani, fundada em 2009, que se consolidou como uma referência na Zona Sul de Porto Alegre. A prova disso são os 2 mil pães vendidos diariamente pela operação, todos produzidos artesanalmente. Ao longo dos 16 anos de história, a padaria mudou algumas vezes de direção, mas sempre com o sobrenome Bassani no comando. Hoje administrada por Rômulo, sua mãe Andreia e sua irmã Giovana, o negócio segue sendo familiar na gestão, mas já cresceu o suficiente para contar com 20 funcionários.
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A Bassani conta com diversos itens em seu cardápio. Bolos, salgados, pastéis, torta fria, crepioca, omelete, e muitas outras opções. Ainda assim, nada disso supera os pães em termos de venda. “Hoje em dia, são poucas padarias que produzem seu próprio pão. Muitas já compram congelado, por ser mais fácil e mais barato de produzir. Nós fazemos tudo aqui, com um padeiro profissional”, destaca Rômulo.
A produção caseira dos pães envolve muitas etapas, como a fermentação, que varia de acordo com a temperatura do dia. “Quando está mais quente, o processo de fermentação é mais rápido. Mas em dias mais frios, temos que adicionar um pouco mais de fermento”, detalha Rômulo, que precisou assumir o posto de padeiro há alguns meses, quando o antigo profissional saiu da operação. “A gente acaba estando sempre com a mão na massa, mas agora conseguimos um novo padeiro, que me livrou um pouco” brinca.
Além do clássico cacetinho, a Bassani trabalha diversos tipos de pães, todos artesanais. São eles: cacetinho integral, cervejinha, pão sovado, massinha doce, massinha com creme, pão de forma, pão australiano, pão italiano, pão de nozes e pão coalho.
A Bassani conta com diversos itens em seu cardápio. Bolos, salgados, pastéis, torta fria, crepioca, omelete, e muitas outras opções. Ainda assim, nada disso supera os pães em termos de venda. “Hoje em dia, são poucas padarias que produzem seu próprio pão. Muitas já compram congelado, por ser mais fácil e mais barato de produzir. Nós fazemos tudo aqui, com um padeiro profissional”, destaca Rômulo.
A produção caseira dos pães envolve muitas etapas, como a fermentação, que varia de acordo com a temperatura do dia. “Quando está mais quente, o processo de fermentação é mais rápido. Mas em dias mais frios, temos que adicionar um pouco mais de fermento”, detalha Rômulo, que precisou assumir o posto de padeiro há alguns meses, quando o antigo profissional saiu da operação. “A gente acaba estando sempre com a mão na massa, mas agora conseguimos um novo padeiro, que me livrou um pouco” brinca.
Além do clássico cacetinho, a Bassani trabalha diversos tipos de pães, todos artesanais. São eles: cacetinho integral, cervejinha, pão sovado, massinha doce, massinha com creme, pão de forma, pão australiano, pão italiano, pão de nozes e pão coalho.
A história da Bassani
Mesmo com a unidade da Bassani lançada em 2009, a história da padaria começa antes. “Meu avô veio de Lajeado e começou a fazer negócios com mercadinhos. Ele comprava, estruturava e vendia. Então, a família sempre teve essa vocação para esse tipo de negócio”, conta Rômulo.
Rômulo trabalhou com seu pai no Mercado Bassani, que hoje já tem mais de 30 anos. Mas os choques por conta das diferentes ideias o afastou do negócio. “Eu queria modernizar o mercado, mas o pai já fazia aquilo há anos e acabou desgastando”, recorda. “Eu saí, fui tentar a vida em Portugal, porque tive uma oportunidade. Nas primeiras semanas, estava dando tudo errado, e aí eu recebi uma foto da minha esposa, do teste de gravidez. Era o que eu precisava para voltar”, complementa.
Ao retornar para Porto Alegre, Rômulo começou a vender marmitas fitness, a fim de começar a juntar dinheiro. “Eu seria pai, então precisava me virar, mas voltar para o mercado estava fora de cogitação”, afirma. “Foi aí que surgiu a chance de vir para a Bassani. Minha tia era uma das administradoras e queria vender a parte dela. Falei com a minha mãe e decidi investir. Levei um ano e meio para conseguir pagar, mas precisava aproveitar a oportunidade”, lembra Rômulo, que nunca havia pensado em ser padeiro.
Agora, como sócio da Bassani, Rômulo consegue pôr em prática algumas modernizações que não pôde fazer no mercado do pai. As redes sociais, por exemplo, são um ponto forte da padaria, com quase 10 mil seguidores no Instagram. “É uma forma de publicidade gratuita, então temos que aproveitar isso e ser criativos. Às vezes, um vídeo engraçado vai ter muito mais alcance que a foto de um produto. As pessoas também querem conhecer os bastidores, quem faz parte do negócio”, analisa.
Para o futuro, Rômulo mantém os pés no chão. Mesmo com duas unidades na Zona Sul, comandadas por diferentes núcleos da família, e com 16 anos de história, uma ampliação é um passo muito grande. “Nós precisamos ter uma estrutura mais profissional para querermos ampliar. Querendo ou não, hoje a operação está muito centralizada na família e depende muito da gente. Hoje mesmo, um auxiliar não pôde vir, e eu tive que ir para a cozinha”, exemplifica.
Rômulo trabalhou com seu pai no Mercado Bassani, que hoje já tem mais de 30 anos. Mas os choques por conta das diferentes ideias o afastou do negócio. “Eu queria modernizar o mercado, mas o pai já fazia aquilo há anos e acabou desgastando”, recorda. “Eu saí, fui tentar a vida em Portugal, porque tive uma oportunidade. Nas primeiras semanas, estava dando tudo errado, e aí eu recebi uma foto da minha esposa, do teste de gravidez. Era o que eu precisava para voltar”, complementa.
Ao retornar para Porto Alegre, Rômulo começou a vender marmitas fitness, a fim de começar a juntar dinheiro. “Eu seria pai, então precisava me virar, mas voltar para o mercado estava fora de cogitação”, afirma. “Foi aí que surgiu a chance de vir para a Bassani. Minha tia era uma das administradoras e queria vender a parte dela. Falei com a minha mãe e decidi investir. Levei um ano e meio para conseguir pagar, mas precisava aproveitar a oportunidade”, lembra Rômulo, que nunca havia pensado em ser padeiro.
Agora, como sócio da Bassani, Rômulo consegue pôr em prática algumas modernizações que não pôde fazer no mercado do pai. As redes sociais, por exemplo, são um ponto forte da padaria, com quase 10 mil seguidores no Instagram. “É uma forma de publicidade gratuita, então temos que aproveitar isso e ser criativos. Às vezes, um vídeo engraçado vai ter muito mais alcance que a foto de um produto. As pessoas também querem conhecer os bastidores, quem faz parte do negócio”, analisa.
Para o futuro, Rômulo mantém os pés no chão. Mesmo com duas unidades na Zona Sul, comandadas por diferentes núcleos da família, e com 16 anos de história, uma ampliação é um passo muito grande. “Nós precisamos ter uma estrutura mais profissional para querermos ampliar. Querendo ou não, hoje a operação está muito centralizada na família e depende muito da gente. Hoje mesmo, um auxiliar não pôde vir, e eu tive que ir para a cozinha”, exemplifica.
Onde encontrar a Bassani
A Padaria Bassani fica localizada na avenida Wenceslau Escobar, nº 2013, bairro Cristal, na Zona Sul de Porto Alegre. O horário de funcionamento é das 7h às 20h, de segunda a sábado. Das 11h30min às 14h30min, a Bassani serve almoço, com opções de à la minuta.
LISTA: 10 padarias em Porto Alegre para celebrar o Dia Mundial do Pão
Confira 10 operações para comer pães, salgados, doces e muito mais
Muitas novidades gastronômicas surgem o tempo todo, e alguns hábitos alimentares mudam ao passar dos anos. Mas tem uma comida que resiste a todas as mudanças: o pão. Uma receita simples, com farinha, água, sal e fermento, mas que nunca sai de moda. Pensando nisso, para celebrar o Dia Mundial do Pão, o GeraçãoE listou 10 padarias de Porto Alegre para quem gosta e não abre mão do bom e velho pãozinho.
1. Confeitaria Copacabana
Localizada no Mercado Público, um dos principais cartões postais de Porto Alegre, a Confeitaria Copacabana (@padariacopacabanapoa) é uma das operações mais antigas do ponto turístico. Com 70 anos de história, o negócio sobreviveu, junto ao Mercado Público, aos incêndios e à enchente, que atravessaram suas histórias. Além dos pães, a padaria trabalha com doces, bolos, pão de queijo, entre outras variedades.
• Confeitaria Copacabana: Mercado Público - largo Glênio Péres, nº 1, Centro Histórico - loja 131 a 137.
• Horário: 5h30min às 22h, de segunda a sábado.
2. Casa Marrom
Aberta em 2022, a Casa Marrom (@casamarrompadaria) tem um ambiente pensado para ser aconchegante, mas foi criada com foco em entregas e retiradas no local. A loja vende itens para café da manhã, como bebidas, saladas, salgados, doces e sanduíches.
• Casa Marrom: rua Comendador Rodolfo Gomes, nº 590, bairro Menino Deus.
• Horário: 7h às 20h, todos os dias.
3. Pão e Maria
Com pão até no nome, a Pão e Maria (@paoemariapadaria) se propõe a oferecer um cardápio variado de alimentos com fermentação natural e farinhas orgânicas no Centro Histórico da Capital. O carro-chefe é o pão da casa, mas há opções diversas, como pães de azeitona, de moranga, de salsa e alho assado e de queijo com pimenta.
• Pão e Maria: rua dos Andradas, n° 683, Centro Histórico.
• Horário: terça a sexta-feira, das 7h30min às 18h30min, e aos sábados, das 8h ao 12h.
4. Pão do Jão
Na Pão do Jão (@paodojaooficial), são oferecidos cerca de 30 produtos de padaria, divididos em pães, croissants e derivados. Localizada no Bom Fim, a padaria abriu uma segunda unidade há quase um ano, num espaço maior para receber a clientela, com capacidade para 36 pessoas. Além dos pães, oferecem sanduíches, cafés espressos e cafés gelados.
• Pão do Jão: rua General João Telles, nº 237; rua Ramiro Barcelos, nº 1211, ambas no bairro Bom Fim.
• Horários: segunda a sábado, das 9h às 19h; segunda a sexta-feira, das 9h às 18h30min, respectivamente.
5. Panificio Clementina
A Panificio Clementina (@panificioclementina) é uma padaria que tem como proposta uma cozinha com afeto, com sabor da Itália e da Serra Gaúcha. O foco da operação são os pães de fermentação natural, mas também o cornetto, iguaria típica da Itália. Os tipos de pães de fermentação natural são branco, branco com queijo, azeitona, multigrãos e o 100% integral. O pão feito na padaria, chamado de Colonial, leva a mesma receita da avó Clementina, que dá nome ao negócio.
• Panifício Clementina: rua Anita Garibaldi, nº 2414, sala 2, bairro Boa Vista.
• Horário: 9h30min às 19h30min, de segunda a sexta-feira, e das 9h30min às 18h30min aos sábados.
6. Alban Rossollin
Fundada no bairro Auxiliadora, a padaria francesa Alban Rossollin (@alban_rossollin) se mudou para o Moinhos de Vento neste ano. Mesmo com a mudança, o conceito da padaria e o cardápio seguem praticamente iguais. A valorização da produção artesanal, com opções que priorizam a qualidade em relação à quantidade, são características que o francês Alban não abre mão. Os destaques são o pão baguete, croissant e canelé, quitutes tradicionais da França.
• Alban Rossollin: praça Dr. Maurício Cardoso, nº 23, bairro Moinhos de Vento.
• Horário: das 8h às 18h30min, de terça a sexta-feira, e das 8h às 18h nos fins de semana.
7. Bread King
Agora uma novidade: com uma franquia recém-inaugurada em Porto Alegre, a Bread King (@breadkingportoalegre) é uma padaria de supercongelados, com produtos para assar, preparar na air fryer ou descongelar para consumir. São 140 itens que vão do cacetinho ao croissant e do pão de queijo ao donut. Com 30 unidades pelo Brasil, contam também com salgados, pizzas, brigadeiro e opções sem glúten.
• Bread King: rua Carlos Trein Filho, nº 109, bairro Auxiliadora.
• Horário: segunda a sábado, das 8h às 20h. Aos domingos e feriados, das 10h às 18h.
8. Pão da Nona
Operando desde 1999, a padaria, confeitaria e cafeteria Pão da Nona (@paodanona) é um clássico do bairro Menino Deus. Trabalhando também com delivery e encomendas, o local conta com diversas opções de pães, que vão desde o tradicional cacetinho até os mais incomuns, como de espinafre, de fibras, ou de beterraba. A Pão da Nona também oferece baguetes, cucas, bolos, tortas, entre outras variedades.
• Pão da Nona: rua Paes de Andrade, nº 175, bairro Menino Deus
• Horário: de segunda a sábado, das 7h às 20h. Aos domingos, das 7h às 19h30min.
9. Padaria Pinguim
Com mais de 35 anos de história, a padaria Pinguim (@padariapinguim) é um clássico de Porto Alegre. A operação conta com pães como cacetinho, pão de calabresa e queijo ralado, massinhas, além de cucas, sonhos, croissant e pastéis.
• Padaria Pinguim: avenida Jerônimo de Ornelas, nº 608, bairro Santana.
• Horário: das 6h às 19h30min, de segunda a sábado.
10. Monet Boulangerie
Comandada pelos irmãos Fábio e Lisie Mallmann, a Monet Boulangerie (@monetboulangerie) é a antiga Baguette da Castro. A padaria tem como carro-chefe as babkas, pães trançados que possuem quatro opções principais de recheio: parma e gorgonzola, figo e nozes, quatro queijos e búfala e tomate seco. Para manter a textura e a crocância do item, a indicação é que o cliente reaqueça o pão por cinco minutos no forno de casa. Há outras opções como pães ninho doces e salgados, focaccias, quiches e baguetes.
• Monet Boulangerie: rua Castro Alves, nº 19, bairro Independência.
• Horário: a combinar pelo WhatsApp 51 99624-8255 - somente delivery.
Padaria que iniciou com R$ 500 soma mais de 1 milhão de visualizações nas redes sociais
O negócio aberto há 24 anos, recebe clientes de todo Brasil e de fora do País
Luiz Alberto Alcântara é o nome à frente da Padaria do Chico, estabelecimento localizado em Viamão, na Região Metropolitana de Porto Alegre. Luiz, conhecido como Chico, deu início ao negócio há 24 anos com R$ 500,00 e um sonho. Atualmente, o pequeno empreendimento recebe clientes de diferentes locais do Brasil e até de fora do País. Esse reconhecimento veio dos vídeos produzidos pelo empreendedor, que viralizaram nas redes sociais, alcançando mais de 1 milhão de visualizações.
“Eu trabalhava na Caixa Econômica Federal, e minha esposa vendia pneus. Meu pai tinha comércio há muitos anos, então participei desse momento e peguei gosto quando ainda era guri”, comenta.
O primeiro ponto comercial, aberto há 24 anos, era simples, contando com prateleiras de madeira feitas pelo próprio empreendedor. O estabelecimento era focado em padaria e mercado. Dois anos após a abertura, ocorreu a mudança de endereço. O dono do ponto atual também queria abrir um comércio e propôs uma parceria de compras. No entanto, após apenas três meses, ele percebeu que não conseguiria tocar o negócio e ofereceu para Chico, que aceitou a proposta, porque o novo ponto era considerado melhor, tendo seis condomínios ao seu redor, o que garantia mais clientes.
“Cheguei a ter açougue e uma fruteira. Na realidade, nós sempre nos reinventamos, mas meu foco maior sempre foi a padaria e confeitaria”, constata. Aos poucos, a padaria começou a oferecer a possibilidade de realizar as refeições no local. Com apenas duas pequenas mesas, o empreendedor passou a estruturar o espaço para receber os clientes que desejavam tomar café por ali.
O pão já foi carro-chefe do negócio, com cerca de 2 mil unidades produzidas por dia, de acordo com Chico. O sucesso da padaria deu força para que o negócio explorasse outros formatos. Há cerca de três anos, os salgados e doces passaram a ganhar destaque, consequência da divulgação que Chico realizou nas redes sociais do negócio.
A internet se tornou um fator fundamental para o crescimento da padaria, permitindo que ela alcançasse destaque mesmo estando localizada em um bairro fora da Capital. O uso das redes sociais começou no Facebook há cerca de 10 anos, com fotos e vídeos de produtos, sem a aparição do proprietário. “Um dia, um amigo meu que trabalha com marketing, falou: ‘cara, quando você apresenta os seus salgados, você faz caretas e gestos diferentes. Mostre a sua cara nos vídeos, porque hoje em dia as pessoas querem ver gente’, mas eu tinha muita vergonha’”, comenta Chico. Há cerca de três anos, o proprietário começou a aparecer nos vídeos, apesar do desconforto inicial. Ele entendeu que o formato poderia colaborar com o seu negócio. “Aos pouquinhos, fui me soltando e estudando um pouco a parte cênica. Peguei alguns atores e comediantes para me inspirar e comecei a fazer uma coisa mais escrachada.”
Há dois anos, um vídeo produzido por Chico sobre a banana com gemada da padaria ganhou as redes, atingindo 1,3 milhão de visualizações em poucas horas. Antes da viralização do vídeo, a padaria atendia cerca de 200 pessoas por dia. No sábado subsequente à publicação, o local atendeu 1 mil pessoas.
“Éramos eu, minha esposa, o confeiteiro e minha filha trabalhando. Não tínhamos talheres, copos. Éramos nós e duas mesas”, lembra. Apesar do desafio, a família conseguiu atender a clientela, que chegou a formar filas na rua.
Hoje, o público não é só local. O negócio atende clientes de fora do município e do Estado. Segundo Chico, a padaria já atendeu pessoas do Ceará, São Paulo, Minas Gerais e até mesmo de outros países, como Portugal.
Os vídeos ajudam a impulsionar a venda de produtos específicos, como o pão de queijo com Nutella, que atualmente é um dos mais pedidos, assim como o bolinho de batata. O empreendedor atribui o sucesso do negócio à qualidade dos produtos e ao preço popular. A ideia é aplicar o mesmo formato de negócio em outros lugares. “Procuro investidores agora para expandir minha marca e levar para fora de Viamão”, afirma.

