Fiquei decepcionado com a programação da II Mostra de Cinema das Missões, a ser realizada em novembro nas ruínas jesuíticas de São Miguel das Missões, conforme li em matéria do caderno Panorama (
Jornal do Comércio, edição de 14/10/2024). Tem de tudo ali, menos filmes produzidos na região das missões do Rio Grande do Sul! Tem filmes da Austrália, Etiópia, Suíça etc. Ora, como se falar em "Mostra de Cinema das Missões" se não tem um filme/longa metragem produzido nas missões? E eles existem. Dois recentíssimos e premiados são "Sirius", produzido em São Borja, e "Contrabando", de Porto Xavier. Ao que me parece, com o devido respeito, é que na realidade estão apenas se utilizando das ruínas jesuíticas como um mero "salão de festas", onde pessoas de fora vem, servem a mesa, decoram o ambiente, fazem a festa, vão embora e nada deixam, enquanto que os reais donos da casa não são sequer convidados ou tem o direito de comparecer ou ter alguma chance de serem vistos. Fica o registro de que tais atos não passam despercebidos e não agradam. (João Carlos Cembranel, de São Borja)
A CÓS - Costura Consciente produz itens a partir de resíduos têxteis e busca promover a autonomia e geração de renda para mulheres costureiras. Um dos principais projetos do coletivo são suas jaquetas corta vento produzidas a partir de guarda-chuvas reciclados. Em 2024, após a enchente, as empreendedoras receberam um alto número de itens e irão produzir uma nova coleção de roupas (
Caderno GeraçãoE, site do JC, 08/10/2024). A Cós é um espaço maravilhoso e que faz um trabalho lindo! As gurias são ótimas! Que matéria linda! Elas merecem! (Marceli Riffel)
Muito bacana a ação! Já tinha visto a confecção de barracas para pessoas de rua a partir da reciclagem de guarda-chuvas. (Lorena Fernandes)
O Costura Consciente poderia até fazer mais coisas e ter uma central de coleta de sombrinhas e guarda-chuvas estragados. Assim, poderiam reutilizar para fazer outras peças. Já vi bolsas/sacolas, capas de chuva para pets… Dá pra fazer muitas coisas! (Iara Chaves)
Concedidos em 2021 à iniciativa privada, os parques nacionais dos Aparados da Serra e da Serra Geral, em Cambará do Sul, nos Campos de Cima da Serra, tiveram, entre maio - mês da enchente - e agosto, a diminuição de 60% no fluxo turístico. Considero um erro imenso não casar o ingresso (hoje em R$ 97,00) com pacotes de final de semana. Era preciso um pacote de, digamos, R$ 500,00 por pessoa com transfer, estadia e alimentação. Não mais do que isso! (Leandro Doro)