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Porto Alegre, domingo, 03 de junho de 2018.
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Notícia da edição impressa de 04/06/2018. Alterada em 03/06 às 21h29min

Petrobras perde R$ 137 bilhões em 11 dias; mesmo com queda da estatal, bolsa sobe 0,63%

As ações da Petrobras despencaram quase 15% na bolsa na sexta-feira com o pedido de demissão de Pedro Parente da presidência da estatal. Os papéis preferenciais (mais negociados) recuaram 14,86%, cotados a R$ 16,16. Os ordinários (com direito a voto) caíram 14,92%, para R$ 18,88. As ADRs (recibos de ações negociadas nos Estados Unidos) perderam 14,59%, a US$ 10,13.
Em um dia, a empresa perdeu R$ 40,4 bilhões em valor de mercado - quase o equivalente ao valor da companhia brasileira de papel e celulose Fibria (R$ 39,3 bilhões) -, aponta Einar Rivero, da empresa de informações financeiras Economática.
Desde que teve início a paralisação de caminhoneiros, em 21 de maio, a Petrobras perdeu cerca de R$ 137 bilhões. Agora, a petroleira vale R$ 231 bilhões.
Com a queda de sexta-feira, a Petrobras passou a ser a quarta maior empresa do Brasil - em 10 de maio, havia retomado a liderança em valor de mercado entre as companhias da América Latina. Apesar de a Petrobras ter um peso de cerca de 12% do Ibovespa, índice que reúne as ações mais negociadas da bolsa, o indicador conseguiu subir 0,63% na sexta-feira, para 77.239 pontos, segurado pelo bom humor no exterior. No dia, o Ibovespa ganhou R$ 14,5 bilhões, segundo Rivero - sem a Petrobras, porém, o valor seria R$ 54,9 bilhões.
No setor financeiro, o Itaú Unibanco avançou 1,98% e, entre siderúrgicas, a Usiminas teve alta de 7,15%. A Vale registrou ganho de 4,21%.
A saída de Pedro Parente da Petrobras custou uma alta de 0,75% na cotação do dólar, na sexta-feira, que fechou a sessão aos R$ 3,7607, o que colocou a moeda dos EUA no maior patamar desde o fechamento do dia 15 de março de 2016.
BOVESPA/JC
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