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Porto Alegre, segunda-feira, 26 de dezembro de 2016. Atualizado às 21h34.

Jornal do Comércio

Panorama

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literatura

Notícia da edição impressa de 27/12/2016. Alterada em 26/12 às 22h33min

Sem motivos

Nem Jojo Moyes, dos best-sellers Como eu era antes de você e Depois de você (Intrínseca), nem Padre Marcelo Rossi, tampouco o novo Harry Potter. Duramente afetado pela crise econômica brasileira, o mercado editorial não teve um fenômeno de vendas em 2016, como acontecera em 2015 com os livros de colorir, e termina o ano sem um final feliz. De janeiro a novembro, de acordo com o Painel das Vendas de Livros do Brasil, realizado pela Nielsen BookScan Team sob encomenda do Sindicato Nacional dos Editores de Livros (Snel), a queda no volume de livros vendidos foi de 13,21%, e no faturamento, de 4,78%.
A comparação da lista dos best-sellers de 2016 e 2015 do Publishnews, portal especializado no segmento livreiro, é bastante ilustrativa: de Jardim secreto (Sextante), o campeão de 2015, foram vendidos 719.626 exemplares no ano, mais do que a soma dois primeiros lugares de 2016: Como eu era antes de você e Ruah (Principium), do Padre Marcelo Rossi. A diferença no desempenho do religioso, autor cujos números superam 12 milhões, também é significativa: neste ano, foram 225.229 livros com Ruah; em 2015, 446.653 com Philia, que ficara em terceiro lugar no ranking.
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