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Publicada em 30 de Março de 2026 às 00:55

As marcas que não fazem parte das categorias pesquisadas

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Na pesquisa Marcas de Quem Decide, as marcas que não fazem parte de uma categoria são aquelas que, embora mencionadas espontaneamente pelos entrevistados, não pertencem ao escopo conceitual previamente definido para aquele segmento. Essas citações refletem associações individuais ou percepções difusas, mas não são consideradas válidas para efeito de ranking ou análise comparativa, pois não atendem aos critérios conceituais e operacionais que delimitam cada categoria da pesquisa.
Na pesquisa Marcas de Quem Decide, as marcas que não fazem parte de uma categoria são aquelas que, embora mencionadas espontaneamente pelos entrevistados, não pertencem ao escopo conceitual previamente definido para aquele segmento. Essas citações refletem associações individuais ou percepções difusas, mas não são consideradas válidas para efeito de ranking ou análise comparativa, pois não atendem aos critérios conceituais e operacionais que delimitam cada categoria da pesquisa.
Um percentual elevado de marcas fora do escopo indica fragilidade na delimitação simbólica da categoria junto às lideranças entrevistadas. Em termos práticos, isso significa que não há um repertório claro e consensual de marcas associadas ao segmento, o que leva os respondentes a citar empresas de áreas adjacentes, marcas tangenciais ou referências que não correspondem à definição proposta.
Esse comportamento sinaliza baixa maturidade da categoria, fronteiras pouco definidas no mercado, falhas de posicionamento das marcas líderes ou sobreposição entre segmentos, quando diferentes ofertas, serviços ou formatos de negócio disputam o mesmo espaço mental. Trata-se, portanto, de um indicador relevante para compreender a clareza com que os mercados são percebidos pelas lideranças.
Por outro lado, categorias com muitas marcas fora do escopo também representam oportunidades estratégicas. Há espaço para marcas que consigam educar o mercado, reforçar seu território de atuação e se posicionar de forma mais afirmativa, ocupando com maior nitidez a memória e a preferência das lideranças.

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