Guilherme Wohlgemuth Bunse
Diretor Comercial e Mkt do Jornal do Comércio
Quando passou a ser analisado o Marcas de Quem Decide de forma estratégica, ficou muito claro que estávamos diante de algo maior do que uma pesquisa de reconhecimento. O Marcas sempre foi um ativo extremamente valioso do Jornal do Comércio e o maior indicador do mercado de publicidade e propaganda do RS. Mas havia espaço para ampliar sua força, sua relevância e, principalmente, o valor que pode gerar para as marcas. Foi com essa visão que foi conduzida uma nova evolução do MDQD. Ao longo de 28 anos, o Marcas construiu credibilidade ao mostrar quais empresas ocupam um lugar de destaque na lembrança e na preferência do mercado. Agora, o movimento foi transformar esse reconhecimento em algo ainda mais potente: uma plataforma de influência, conteúdo, relacionamento e negócios. Em um ambiente cada vez mais competitivo, as marcas não apenas querem exposição. Elas querem estar presentes nos contextos certos, próximas das pessoas certas e conectadas a conversas que realmente importam. Querem construir valor, fortalecer posicionamento e gerar relação verdadeira com seus públicos. É exatamente nesse ponto que o JC se torna o parceiro ideal. A realização desta edição na PUCRS, reunindo mais de 1.300 lideranças, materializa essa transformação. O Marcas transcendeu de uma certificação relevante para se consolidar como um espaço no qual reputação encontra influência, e no qual influência pode se converter em oportunidade real de negócios. Mais do que promover marcas, passamos a criar ambientes que conectam empresas, ideias e decisões. Esse movimento também traduz o momento que o próprio JC vive. Trata-se de uma empresa de 92 anos, com tradição, credibilidade e enorme capacidade de conexão, mas profundamente orientada para o futuro. A evolução está direcionada a entregar projetos cada vez mais inteligentes, mais estratégicos e mais capazes de gerar resultado concreto para as marcas que escolhem construir junto ao JC. E é nesse ponto que está o próximo grande avanço: a comercialização estratégica dos dados. A força do Marcas não termina no evento. Ela continua na capacidade de transformar informação em inteligência, com análises históricas, recortes setoriais e leituras que ajudam empresas a compreender sua posição competitiva, enxergar movimentos do mercado e decidir melhor. Estamos conectando dados, ideias e decisões. Esse é o sentido da nova evolução do Jornal do Comércio: usar influência para gerar valor real, aproximar marcas de seus verdadeiros clientes e construir projetos duradouros, relevantes e conectados com o futuro.