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Publicada em 07 de Novembro de 2024 às 07:28

Léa Freire lança documentário e faz show no Espaço 373

Mais importante compositora, arranjadora e instrumentista de sua geração vem ao RS lançar o documentário sobre sua obra, em que lança questões sobre o porquê desse apagamento ou silenciamento e como ele se mostra sintoma da nossa sociedade

Mais importante compositora, arranjadora e instrumentista de sua geração vem ao RS lançar o documentário sobre sua obra, em que lança questões sobre o porquê desse apagamento ou silenciamento e como ele se mostra sintoma da nossa sociedade

CAROLINE BITTENCOURT/DIVULGAÇÃO/JC
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No domingo (10), Léa Freire faz única apresentação no Espaço 373 (rua Comendador Coruja, 373) acompanhada de Pedrinho Figueiredo (flauta), Leonardo Bittencourt (piano), André Mendonça (baixo) e Lucas Fê (bateria). O show inicia às 19h30min e os ingressos custam de R$50,00 a R$120,00 no Sympla.Ela chega a Porto Alegre com a turnê do premiado documentário A Música Natureza de Léa Freire, de Lucas Weglinski, que, na sexta (8), tem exibição do filme, bate-papo e a oficina gratuita Percepção para Improvisação, no Centro Cultural da UFRGS. Sempre que tentam traduzir o trabalho musical de Léa Freire, a comparam com homens. Ser referência feminina neste gênero ainda é mata fechada, na qual Léa e outras poucas mulheres abriram, e abrem, caminho munidas de seus instrumentos e sensibilidade.Sua autenticidade se deve muito ao fato de ser livre, genuína e tocar seu tempo e seu lugar de forma única. A música é natural como um sexto sentido para a artista. Talvez herança do ouvido absoluto da mãe, que se dizia pianista amadora, confundindo a mente dos concertistas com suas despretensiosas e chocantes aparições de alta performance. Também de forma modesta e simples, Léa é ancestralmente deslumbrante. Escuta cores, vê harmonias, melodias e ritmos em paisagens partituras.
No domingo (10), Léa Freire faz única apresentação no Espaço 373 (rua Comendador Coruja, 373) acompanhada de Pedrinho Figueiredo (flauta), Leonardo Bittencourt (piano), André Mendonça (baixo) e Lucas Fê (bateria). O show inicia às 19h30min e os ingressos custam de R$50,00 a R$120,00 no Sympla.

Ela chega a Porto Alegre com a turnê do premiado documentário A Música Natureza de Léa Freire, de Lucas Weglinski, que, na sexta (8), tem exibição do filme, bate-papo e a oficina gratuita Percepção para Improvisação, no Centro Cultural da UFRGS. Sempre que tentam traduzir o trabalho musical de Léa Freire, a comparam com homens. Ser referência feminina neste gênero ainda é mata fechada, na qual Léa e outras poucas mulheres abriram, e abrem, caminho munidas de seus instrumentos e sensibilidade.

Sua autenticidade se deve muito ao fato de ser livre, genuína e tocar seu tempo e seu lugar de forma única. A música é natural como um sexto sentido para a artista. Talvez herança do ouvido absoluto da mãe, que se dizia pianista amadora, confundindo a mente dos concertistas com suas despretensiosas e chocantes aparições de alta performance. Também de forma modesta e simples, Léa é ancestralmente deslumbrante. Escuta cores, vê harmonias, melodias e ritmos em paisagens partituras.

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