A Galeria Ecarta (av. João Pessoa, 943) abre, nesta sexta-feira (25), duas exposições. A exposição de Gabz 404 Não será possível sobreviver sem contar nossa própria história desde outro mundo apresenta 34 obras entre fotografias, impressão jato de tinta em papel offset na sala do Projeto Potência, no segundo andar da Fundação Ecarta. Na mostra Convergente/Divergente: diálogos da terra, Bianca Santini e Adriana Giora exploram o encontro e as divergências entre as práticas artísticas conectadas pela observação da força da natureza na paisagem urbana, mas distintas em suas abordagens. A abertura terá um bate-papo com os artistas a partir das 17h, e as mostras estarão abertas às 19h. Elas ficaram disponíveis para visitação até o dia 24 de novembro de 2024, de terça a domingo das 10h às 18h, inclusive feriados.
Enquanto Santini abraça o caos da cidade e a força da natureza, criando obras intensas que evocam desordem e resistência, Giora se dedica à paciência e à contemplação, moldando cerâmicas que remetem aos ciclos da terra e à reconexão com o natural. Em diálogo, as artistas provocam uma reflexão sobre a dualidade entre caos e ordem, urgência e cuidado, força e fragilidade. A exposição convida a revisitar a paisagem como metáfora da vida contemporânea, desafiando o público a encontrar beleza tanto na destruição quanto no renascimento. A mostra tem a curadoria de Letícia Lau e traz instalação em cerâmica e ferro, desenho em pastel seco nas paredes, além de 20 desenhos em papel em variadas dimensões e grandes fotografias.
A criação de Gabz 404 conta com um acervo imagético, sonoro e textual de cerca de 40 pessoas e se desdobra nas contradições e fissuras de ser capaz de compreender as muitas complexidades do que é ser trans. O projeto se debruça sobre as contradições, partindo da premissa de que, discutir identidade também é discuti-la como forma de des-identidade. Dispostas como constelações, as imagens desestabilizam olhares normativos, não para afirmar um lugar de pertencimento, mas para abrir brechas nos discursos que insistem em categorizar o que é possível viver, sentir e imaginar. A mostra conta com texto curatorial de Sue Gonçalves.
Enquanto Santini abraça o caos da cidade e a força da natureza, criando obras intensas que evocam desordem e resistência, Giora se dedica à paciência e à contemplação, moldando cerâmicas que remetem aos ciclos da terra e à reconexão com o natural. Em diálogo, as artistas provocam uma reflexão sobre a dualidade entre caos e ordem, urgência e cuidado, força e fragilidade. A exposição convida a revisitar a paisagem como metáfora da vida contemporânea, desafiando o público a encontrar beleza tanto na destruição quanto no renascimento. A mostra tem a curadoria de Letícia Lau e traz instalação em cerâmica e ferro, desenho em pastel seco nas paredes, além de 20 desenhos em papel em variadas dimensões e grandes fotografias.
A criação de Gabz 404 conta com um acervo imagético, sonoro e textual de cerca de 40 pessoas e se desdobra nas contradições e fissuras de ser capaz de compreender as muitas complexidades do que é ser trans. O projeto se debruça sobre as contradições, partindo da premissa de que, discutir identidade também é discuti-la como forma de des-identidade. Dispostas como constelações, as imagens desestabilizam olhares normativos, não para afirmar um lugar de pertencimento, mas para abrir brechas nos discursos que insistem em categorizar o que é possível viver, sentir e imaginar. A mostra conta com texto curatorial de Sue Gonçalves.