A Mostra DiversidARTE, com abertura nesta terça-feira (27) no Museu de História Júlio de Castilhos (rua Duque de Caxias, 1205), tem como foco principal homenagear artistas e personalidades atuantes no movimento da Diversidade Gaúcha, Fernando Baril e Sylvinha Brasil. Gaio Fontella assina a curadoria e produção desta mostra e também é o coordenador do grupo de trabalho que direciona a carta das demandas da diversidade RS ao Ministro Paulo Pimenta. A mostra pode ser visitada de terça (27) a sábado (31), das 10h às 17h.
Os troféus Sylvinha Brasil estarão presentes na exposição, e contemplam onze obras em cerâmica, produzidas coletivamente por Rodrigo Nuñez, mestre do Instituto de Artes da Ufrgs, e seus alunos Rolila Tüz, Júlia Dolores, Pedro Stelmach e Camila Chaves. Eles serão entregues a personalidades, simpatizantes, apoiadores e militantes que se destacaram no movimento da Diversidade Gaúcha, em cerimônia prevista para acontecer no domingo (1) na Parada LGBTQIAPN+, no Parque da Redenção, das 12h às 15h, seguido por trios que seguem em cortejo até a orla, próximo à Usina do Gasômetro. A exposição traz a obra inédita do saudoso Fernando Baril, Parada Gay, de Nova York, 1991, gentilmente cedida por seu sobrinho, Dr. Salomão Schames. Esta tela retrata, no estilo surrealista do Dali dos Pampas, momentos em que a AIDS precisava ser desconstruída, pois na época era tratada como peste gay.
O trabalho inédito de Baril dialoga muito bem com a homenagem a Sylvinha, pois a Parada de Luta, a terceira do país, avançou nas pautas para além do foco de combate ao estigma da AIDS e somou-se à comunidade LGBTQIAPN+ e às demais lutas contemporâneas por cidadania, casamento homoafetivo, adoção como direito aos casais da diversidade, criminalização da homotransfobia, entre outras importantes reflexões da atualidade.
Os troféus Sylvinha Brasil estarão presentes na exposição, e contemplam onze obras em cerâmica, produzidas coletivamente por Rodrigo Nuñez, mestre do Instituto de Artes da Ufrgs, e seus alunos Rolila Tüz, Júlia Dolores, Pedro Stelmach e Camila Chaves. Eles serão entregues a personalidades, simpatizantes, apoiadores e militantes que se destacaram no movimento da Diversidade Gaúcha, em cerimônia prevista para acontecer no domingo (1) na Parada LGBTQIAPN+, no Parque da Redenção, das 12h às 15h, seguido por trios que seguem em cortejo até a orla, próximo à Usina do Gasômetro. A exposição traz a obra inédita do saudoso Fernando Baril, Parada Gay, de Nova York, 1991, gentilmente cedida por seu sobrinho, Dr. Salomão Schames. Esta tela retrata, no estilo surrealista do Dali dos Pampas, momentos em que a AIDS precisava ser desconstruída, pois na época era tratada como peste gay.
O trabalho inédito de Baril dialoga muito bem com a homenagem a Sylvinha, pois a Parada de Luta, a terceira do país, avançou nas pautas para além do foco de combate ao estigma da AIDS e somou-se à comunidade LGBTQIAPN+ e às demais lutas contemporâneas por cidadania, casamento homoafetivo, adoção como direito aos casais da diversidade, criminalização da homotransfobia, entre outras importantes reflexões da atualidade.