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Palavra do Leitor

Publicada em 02 de Novembro de 2026 às 18:39

Trabalho na área de saúde

Coluna Palavra do Leitor destaca a opinião dos leitores do Jornal do Comércio

Coluna Palavra do Leitor destaca a opinião dos leitores do Jornal do Comércio

Arte/JC
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O fim da escala 6x1 nos hospitais preocupa entidades médicas, que temem os impactos sobre os serviços prestados na área de saúde (Jornal do Comércio, edição de 28/10/2026). Muitos médicos trabalham jornadas de 20 horas e são contratados mais profissionais para atender a demanda. Pagam salários precarizados com carga horária que adoece as equipes. Precisamos de civilização. Contratem mais e promovam locais saudáveis de trabalho. (Cristina Correa)

Trabalho na área de saúde II
Não faltam profissionais para trabalhar. O que precisa é que as instituições, principalmente as que atendem pelo SUS, paguem melhor os trabalhadores. (Karen Medina)

Trabalho na área de saúde III
Os profissionais da área de saúde vivem em ambientes “pesados”. Nada mais justo descansarem. (Andres Pinto)

Concurso para o IGP
Cerca de quatro meses após a homologação de um concurso público com 234 vagas imediatas, o Instituto-Geral de Perícias do Rio Grande do Sul (IGP-RS) ainda não realizou a nomeação dos aprovados, cenário que agrava um déficit histórico no quadro de servidores da instituição (JC, 22/10/2026) Ótima reportagem sobre um assunto muito relevante para o Estado. (Claudete de Azevedo Barcellos)

Previdência
No dia 21 de 10, na coluna Palavra do Leitor, chamou minha atenção uma afirmação: “Todas as previdências privadas irão quebrar no futuro. A única garantia é a aposentadoria do Estado.” Como educadora financeira, trago algumas reflexões. A afirmação é generalista, alarmista e não pode ser considerada correta como regra geral. No Brasil, temos dois segmentos de previdência complementar: aberta (inclui produtos como PGBL e VGBL, supervisionada pela Susep) e fechada (formada pelos fundos de pensão, supervisionados pela Previc). Algumas entidades de previdência complementar enfrentaram dificuldades financeiras ao longo da história, mas não é tecnicamente adequado concluir que todo o sistema está condenado à falência. A existência de riscos não significa que um cenário de quebra generalizada seja inevitável. A previdência complementar, como qualquer instrumento financeiro, exige análise criteriosa. É fundamental avaliar a solidez da instituição, as características do plano, as taxas cobradas, a política de investimentos e os riscos envolvidos. Educação financeira também é combater a desinformação. Mais do que gerar medo, precisamos oferecer informações que ajudem as pessoas a tomar decisões conscientes sobre o próprio futuro financeiro. (Patrícia Azevedo, por e-mail)

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