O Rio Grande do Sul avançou no desenvolvimento socioeconômico entre 2022 e 2024, mas os resultados variam significativamente entre os municípios, conforme mostra a nova edição do Índice de Desenvolvimento Socioeconômico (Idese) divulgada pelo Departamento de Economia e Estatística (Jornal do Comércio, edição de 19/10/2026). Mesmo com esses indicadores apontando qual região se sai melhor, o Brasil ainda é um país em desenvolvimento que depende fortemente de commodities (agronegócio, minério e petróleo). Ainda está longe de chegar aos pés de países como Estados Unidos, Noruega, Alemanha, Austrália e outros. (Daniel Dias)
Nova OlariaO Nova Olaria, no bairro Cidade Baixa em Porto Alegre, reabre após quatro anos de obras com duas das 13 marcas confirmadas (JC, 19/10/2026). Ficou na nossa memória o cinema do Nova Olaria, sempre com temas tão surpreendentes que toda semana era presença confirmada, e a galeria de arte junto à cafeteria. Era um local acolhedor e um espaço único. Agora não faz diferença dos outros shoppings, perdemos nós em cultura. (Rejane Villarinho)
Nova Olaria IIAs antigas operações dificilmente sobreviveriam à atual concorrência gastronômica da cidade. O mercado evoluiu e não cabe mais o improviso. Espero que a curadoria de locatários traga inovações para a Cidade Baixa. (Marcelo Doon)
Nova Olaria IIISem cinema (Guion, Grand Café!), não há alma no Nova Olaria. Não há diferencial, não há nada que brilhe. Isso sem falar na livraria, no barzinho junto da fonte, entre outros. Triste demais o novo formato, só resta a memória e a saudade. (Lucas Seibel Silva)
TeatroO ator Marco Nanini foi vaiado durante a apresentação no Multipalco no dia 18 após reclamar de uma sombra projetada no palco pela silhueta da intérprete de Libras que fazia mediação linguística (JC, 18/10/2026). Estava presente e me retirei junto com as pessoas surdas que sofreram a exclusão e a negação de seus direitos. Fiquei incrédulo com o que estava acontecendo. Aos 10 minutos após o início, já com 20 de atraso, o ator principal teve um “chilique de vedetismo” e de forma grosseira e mal educada, incomodado com um ponto de luz que iluminava a tradutora/intérprete de Libras, protagonizou uma cena lamentável, reclamando acintosamente de uma provável interferência de sombras/luzes, que estariam lhe incomodando. Ainda que as “sombras/luzes”, pudessem estar em desacordo com a sua vontade, sua manifestação deste desconforto foi uma atitude grotesca, indelicada e inaceitável. Um artista com, certamente, 50 anos de palco, poderia ter encontrado - educadamente - uma solução. Preferiu ser desrespeitoso para com o público e, muito mais, para com aqueles que necessitavam da tradutora. (Ilson Soares)