Inteligência emocional é uma das competências exigida pelas marcas



Helena Brochado
CRÉDITO: /Arquio Pessoal/Divulgação/JC
Helena Brochado é fundadora da consultoria Com Propósito
Nos últimos tempos, houve um crescimento de empresas e de pessoas que procuraram o desenvolvimento da inteligência emocional como recurso estratégico para ser incorporado em suas marcas. A reflexão é feita pela fundadora e gestora da Com Propósito, Helena Brochado.
A inteligência emocional, conforme a especialista, está na pauta das discussões sobre branding, conteúdo de marca, gerenciamento de crises e até mesmo nas relações interpessoais. "O tema é amplo e sua aplicabilidade e conhecimento, igualmente, chegam ao ambiente pessoal e organizacional. Na formação de líderes e na construção de marcas com reputação admiráveis no mercado, a inteligência emocional é uma competência vital", expõe.
A premissa vem ganhando, inclusive, adesão por parte das equipes que desejam construir marcas mais humanizadas, ressaltando a ideia da construção de um marketing com propósito. Para que isso aconteça de fato, é necessário um forte senso de identidade e capacidade adaptativa aos novos cenários. Para Helena, é preciso planejar o futuro dos negócios de forma autêntica, desenvolvendo e conectando pessoas e negócios através de experiencias transformadoras.
E o caminho se dá via posicionamento inteligente.
Entre suas sugestões, estão: criação de vínculos emocionais, aperfeiçoamento e análise de sentimentos na construção do conteúdo de marca, desenvolvimento de líderes, atendimento humanizado, atenção aos novos hábitos de consumo, cultura adaptativa e inclusiva e senso de urgência.
Publicado em 28/04/2022.