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'Não adianta ter uma grande empresa vazia em valores', diz diretor de comunicação do Grupo Zaffari

Alberto Freitas, diretor de comunicação e relações institucionais do Grupo Zaffari, foi um dos palestrantes do Marcas de Quem Decide
Entre as principais marcas do Rio Grande do Sul, o Grupo Zaffari soma 90 anos de história. Foram os insights dessas nove décadas que Alberto Freitas, diretor de comunicação e relações institucionais do Grupo Zaffari, ao lado de Rosane Fantinelli, diretora de Marketing da Tramontina, compartilhou durante a 28ª edição do Marcas de Quem Decide. 
Entre as principais marcas do Rio Grande do Sul, o Grupo Zaffari soma 90 anos de história. Foram os insights dessas nove décadas que Alberto Freitas, diretor de comunicação e relações institucionais do Grupo Zaffari, ao lado de Rosane Fantinelli, diretora de Marketing da Tramontina, compartilhou durante a 28ª edição do Marcas de Quem Decide. 
Para Freitas, é preciso entender que as marcas estão sempre em movimento, tendo a transformação como eixo e a comunicação como aliada. "A marca tem que ser tratada como um ser vivo. O cuidado, o zelo, estar atento a tudo que essa marca sente como ser vivo é responsabilidade da nossa área de marketing e comunicação. Manter essa relação saudável com nossos clientes passa pelo respeito à dignidade humana. Enquanto tenho respeito pelo ser humano e verdade no que faço, toda comunicação passa a ter um bom efeito, e a percepção de valor da marca cresce com isso", avalia o diretor de comunicação e relações institucionais do Grupo Zaffari.
No entanto, essa percepção não fica restrita a empresas do porte do Grupo Zaffari, que opera mais de 40 lojas físicas. Freitas destaca que nenhum negócio nasce grande, e é durante essa trajetória que se deve consolidar os valores da marca. "Não é uma questão de tamanho de negócio. Nenhum negócio nasceu grande, vai crescendo ao longo do tempo. É muito mais uma questão de princípio, crença, fé no que se faz, porque a partir daí sim pode ser uma grande empresa. Não adianta ter uma grande empresa oca, vazia em fundamentos e valores. Melhor uma menor, mas robusta nesse sentido, tornando o ambiente em que ela está inserida melhor", avalia.