Estamos na reta final do South Summit, um dos maiores eventos de inovação da América Latina, que mais uma vez escolheu Porto Alegre como sua sede. Na quinta edição por aqui, o evento, que se fundamenta em conexões e oportunidades de negócio, recebeu mais de 23 mil pessoas, 800 palestrantes, três mil startups e cerca de 900 investidores.
Ao longo dos três dias, o ecossistema de inovação reuniu empreendedores, investidores, estudantes e representantes de grandes empresas, consolidando cada vez mais o Summit como um espaço estratégico para networking, troca de conhecimento e geração de negócios. A circulação pelos mais de 30 mil metros quadrados de área útil do Cais Mauá rendeu frutos para diversas audiências, com destaque para o público jovem, bastante engajado com as atrações.
Um deles é Gregory Bairros, assistente de inovação na Fundação Projeto Pescar, instituição sem fins lucrativos que atua na formação profissional de jovens em situação de vulnerabilidade social. Ele conta que a movimentação pelo espaço do evento e a experiência de atendimento ao público no estande do Pescar foram alguns dos pontos mais produtivos dos três dias em que esteve no evento, complementando as palestras e ampliando as oportunidades de conexão.
Ao longo dos três dias, o ecossistema de inovação reuniu empreendedores, investidores, estudantes e representantes de grandes empresas, consolidando cada vez mais o Summit como um espaço estratégico para networking, troca de conhecimento e geração de negócios. A circulação pelos mais de 30 mil metros quadrados de área útil do Cais Mauá rendeu frutos para diversas audiências, com destaque para o público jovem, bastante engajado com as atrações.
Um deles é Gregory Bairros, assistente de inovação na Fundação Projeto Pescar, instituição sem fins lucrativos que atua na formação profissional de jovens em situação de vulnerabilidade social. Ele conta que a movimentação pelo espaço do evento e a experiência de atendimento ao público no estande do Pescar foram alguns dos pontos mais produtivos dos três dias em que esteve no evento, complementando as palestras e ampliando as oportunidades de conexão.
Gregory Bairros acompanhou o evento pela primeira vez
Gustavo Marchant/Especial/JC
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"Eu tinha uma expectativa mais voltada para os painéis, mas acabou sendo diferente do que eu imaginava. No fim, o mais valioso foram as conexões que eu fiz aqui dentro; consegui contatos bem relevantes, tanto para mim quanto para a Fundação", conta o jovem, em sua primeira participação no evento.
No estande do Sebrae, a consultora de empresas Sant Anna Bianchi e a analista de atendimento do Sebrae RS, Kariny Carvalho, refletiram sobre o saldo do South Summit no último dia de evento. Sant Anna, que já prestigia o South Summit pela terceira vez, diz que, além dos insights, as conexões que fez no evento alavancaram inclusive um projeto pessoal. "Eu tenho um projeto que está pré-incubando dentro de um ecossistema de inovação, então essas conexões devem ajudar a tirá-lo do papel. Talvez não seja fechar negócio diretamente, mas são pessoas que certamente vão fazer o projeto andar", comenta, animada.
Já pelo Sebrae, que montou um espaço no centro do marketplace — área dedicada a startups e instituições engajarem suas ideias junto ao público —, Kariny menciona que a instituição serviu como ponto de apoio para empreendedores e startups que passaram pelo evento desenvolverem seus negócios e tirarem suas ideias do papel.
"Eu tinha uma expectativa mais voltada para os painéis, mas acabou sendo diferente do que eu imaginava. No fim, o mais valioso foram as conexões que eu fiz aqui dentro; consegui contatos bem relevantes, tanto para mim quanto para a Fundação", conta o jovem, em sua primeira participação no evento.
No estande do Sebrae, a consultora de empresas Sant Anna Bianchi e a analista de atendimento do Sebrae RS, Kariny Carvalho, refletiram sobre o saldo do South Summit no último dia de evento. Sant Anna, que já prestigia o South Summit pela terceira vez, diz que, além dos insights, as conexões que fez no evento alavancaram inclusive um projeto pessoal. "Eu tenho um projeto que está pré-incubando dentro de um ecossistema de inovação, então essas conexões devem ajudar a tirá-lo do papel. Talvez não seja fechar negócio diretamente, mas são pessoas que certamente vão fazer o projeto andar", comenta, animada.
Já pelo Sebrae, que montou um espaço no centro do marketplace — área dedicada a startups e instituições engajarem suas ideias junto ao público —, Kariny menciona que a instituição serviu como ponto de apoio para empreendedores e startups que passaram pelo evento desenvolverem seus negócios e tirarem suas ideias do papel.
Sant Anna e Kariny em momento de troca no estande do Sebrae
Gustavo Marchant/Especial/JC
"Às vezes, o pessoal tem uma ideia muito boa, mas não sabe qual caminho seguir, e a gente ajuda justamente nisso. Temos recebido feedbacks muito positivos, tanto de empresários quanto do público em geral. É um evento que cresce a cada ano, em público e em desenvolvimento, e a gente fica muito contente de poder contribuir", salienta.
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No marketplace, dois jovens de Dois Irmãos, cidade que faz parte da Rota Romântica e do Vale dos Sinos, compartilharam com o público a Dorak, startup que protege empresas de ataques hackers. Os amigos Kevin Rausch e Benjamin Mauss explicam que o produto simula ataques cibernéticos, identifica vulnerabilidades e entrega para as empresas um plano com os pontos críticos a serem corrigidos.
Pela primeira vez no evento, eles avaliam positivamente a experiência, já que obtiveram potenciais clientes para a iniciativa.
No marketplace, dois jovens de Dois Irmãos, cidade que faz parte da Rota Romântica e do Vale dos Sinos, compartilharam com o público a Dorak, startup que protege empresas de ataques hackers. Os amigos Kevin Rausch e Benjamin Mauss explicam que o produto simula ataques cibernéticos, identifica vulnerabilidades e entrega para as empresas um plano com os pontos críticos a serem corrigidos.
Pela primeira vez no evento, eles avaliam positivamente a experiência, já que obtiveram potenciais clientes para a iniciativa.
Benjamin e Kevin são de Dois Irmãos, e vieram ao evento para apresentar a Dorak, startup que atua na segurança de empresas contra ataques hackers
Gustavo Marchant/Especial/JC
"Tivemos um aproveitamento bem positivo, conseguimos muitos leads, contatos qualificados e um networking de valor", aponta Kevin, assistente administrativo da Dorak.
Benjamin, o CEO, explica que a tendência era encontrar um volume maior de pessoas, mas com menos qualidade de troca, embora tenha sido o contrário. "Teve menos volume, porém com leads muito mais qualificados, o que é bastante benéfico para nós", enfatiza.
Os estudantes estiveram em peso nesta edição e aproveitaram com êxito o conteúdo apresentado no evento. Um trio de alunas da Uniritter destacou o clima do South Summit e os ensinamentos que levam da edição de 2026.
"Eu achei muito legal porque a gente conhece o que está por trás das empresas. Consumimos marcas como a Renner e a Adidas, mas não sabemos quem representa, quem constrói aquilo", ressalta a acadêmica de Direito Valentina Balam.
Ao lado da colega de curso, Janaina Dutra Torres, elas elegeram o The Next Big Thing como palco favorito, pois nele adquiriram muitos conhecimentos por meio de startups. "O espaço é ótimo para conhecer coisas novas e também aprofundar o que a gente já acompanha. Adorei saber mais sobre a Food To Save, Digicap, empresas bem legais, com apresentações muito boas", conclui Janaina.
Benjamin, o CEO, explica que a tendência era encontrar um volume maior de pessoas, mas com menos qualidade de troca, embora tenha sido o contrário. "Teve menos volume, porém com leads muito mais qualificados, o que é bastante benéfico para nós", enfatiza.
Os estudantes estiveram em peso nesta edição e aproveitaram com êxito o conteúdo apresentado no evento. Um trio de alunas da Uniritter destacou o clima do South Summit e os ensinamentos que levam da edição de 2026.
"Eu achei muito legal porque a gente conhece o que está por trás das empresas. Consumimos marcas como a Renner e a Adidas, mas não sabemos quem representa, quem constrói aquilo", ressalta a acadêmica de Direito Valentina Balam.
Ao lado da colega de curso, Janaina Dutra Torres, elas elegeram o The Next Big Thing como palco favorito, pois nele adquiriram muitos conhecimentos por meio de startups. "O espaço é ótimo para conhecer coisas novas e também aprofundar o que a gente já acompanha. Adorei saber mais sobre a Food To Save, Digicap, empresas bem legais, com apresentações muito boas", conclui Janaina.
As estudantes universitárias Janaina, Isadora e Valentina marcaram presença nos três dias do South Summit
Gustavo Marchant/Especial/JC
A amiga Isadora Rocha, que cursa Publicidade e Propaganda na instituição, gostou dos três dias do evento, especialmente quando assistiu a palestras sobre IA, tema que a estudante considera atual e interessante de acompanhar.
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"Além disso, teve uma palestra sobre marketing político que me marcou bastante e, como é ano de eleição, achei bem relevante", reflete.
"Além disso, teve uma palestra sobre marketing político que me marcou bastante e, como é ano de eleição, achei bem relevante", reflete.

