Durante o South Summit Brazil, empresas tradicionais do Rio Grande do Sul apresentaram como vêm incorporando a Inteligência Artificial (IA) em suas operações. Líderes destacaram o uso prático da tecnologia para ganho de eficiência, sem abrir mão do fator humano.
Em um painel, a Lojas Renner apresentou uma estratégia baseada na aplicação de IA em diferentes etapas do negócio, desde o desenvolvimento de produtos até a experiência do consumidor.
A companhia tem utilizado modelos preditivos para antecipar tendências de moda e otimizar a distribuição de mercadorias. “A gente usava Inteligência Artificial para entender o quanto vai vender de cada item, em cada cor, tamanho e loja”, disse Fabio Adegas, CEO da empresa. Segundo ele, a tecnologia permitiu maior assertividade nos estoques, reduzindo desperdícios e aumentando margens.
Além dos bastidores, a IA aparece na jornada do cliente. Ferramentas de recomendação personalizada e provadores virtuais vêm sendo adotadas para ampliar conversão de vendas. “As recomendações aumentaram em mais de 100% a conversão, e os avatares virtuais elevaram as visitas em cerca de 60%”, afirmou o CEO.
Em um painel, a Lojas Renner apresentou uma estratégia baseada na aplicação de IA em diferentes etapas do negócio, desde o desenvolvimento de produtos até a experiência do consumidor.
A companhia tem utilizado modelos preditivos para antecipar tendências de moda e otimizar a distribuição de mercadorias. “A gente usava Inteligência Artificial para entender o quanto vai vender de cada item, em cada cor, tamanho e loja”, disse Fabio Adegas, CEO da empresa. Segundo ele, a tecnologia permitiu maior assertividade nos estoques, reduzindo desperdícios e aumentando margens.
Além dos bastidores, a IA aparece na jornada do cliente. Ferramentas de recomendação personalizada e provadores virtuais vêm sendo adotadas para ampliar conversão de vendas. “As recomendações aumentaram em mais de 100% a conversão, e os avatares virtuais elevaram as visitas em cerca de 60%”, afirmou o CEO.
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Outro avanço destacado foi o uso de provadores digitais integrados ao aplicativo da marca. “As pessoas podem se ver com a peça antes da compra, o que melhora a experiência e aumenta a conversão”, explicou.
A estratégia está alinhada ao conceito de Human Design, tema central do evento. “A Inteligência Artificial é construída por humanos para humanos e serve para potencializar o nosso time e encantar o cliente”, destacou.
Outro avanço destacado foi o uso de provadores digitais integrados ao aplicativo da marca. “As pessoas podem se ver com a peça antes da compra, o que melhora a experiência e aumenta a conversão”, explicou.
A estratégia está alinhada ao conceito de Human Design, tema central do evento. “A Inteligência Artificial é construída por humanos para humanos e serve para potencializar o nosso time e encantar o cliente”, destacou.
Banco reforça papel humano na era digital
Já o Banrisul destacou uma abordagem que equilibra tecnologia e relacionamento humano. A instituição investe cerca de R$ 400 milhões por ano em tecnologia e utiliza IA para ganhar produtividade e melhorar serviços.
Apesar disso, Fernando Lemos, CEO do banco estadual, enfatizou que decisões críticas ainda dependem da sensibilidade humana. “As máquinas ajudam muito, mas não podem decidir pela gente. O olho no olho continua sendo fundamental”, disse.
Ele citou exemplos em que modelos automatizados de crédito não captariam o potencial de um cliente. “Os sistemas não conseguem medir a vontade e a capacidade do empreendedor”, afirmou.
Apesar disso, Fernando Lemos, CEO do banco estadual, enfatizou que decisões críticas ainda dependem da sensibilidade humana. “As máquinas ajudam muito, mas não podem decidir pela gente. O olho no olho continua sendo fundamental”, disse.
Ele citou exemplos em que modelos automatizados de crédito não captariam o potencial de um cliente. “Os sistemas não conseguem medir a vontade e a capacidade do empreendedor”, afirmou.
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O executivo também reforçou o papel social do banco como indutor do desenvolvimento regional. “A tecnologia precisa ser uma ponte, não um muro. Ela deve aproximar as pessoas e facilitar a vida da sociedade”, disse.
Com presença em quase todos os municípios do Estado, o banco aposta na combinação entre canais digitais e atendimento presencial. “O cliente quer tecnologia, mas também quer acolhimento e confiança na hora de tomar decisões importantes”, completou.
O executivo também reforçou o papel social do banco como indutor do desenvolvimento regional. “A tecnologia precisa ser uma ponte, não um muro. Ela deve aproximar as pessoas e facilitar a vida da sociedade”, disse.
Com presença em quase todos os municípios do Estado, o banco aposta na combinação entre canais digitais e atendimento presencial. “O cliente quer tecnologia, mas também quer acolhimento e confiança na hora de tomar decisões importantes”, completou.

