Júlia Fernandes

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Repórter

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"A inovação começa e termina em pessoas", diz presidente do South Summit Brazil

O humano no centro do avanço tecnológico é tema da quinta edição do South Summit
Em um momento em que o avanço tecnológico e a Inteligência Artificial tomam cada vez mais espaço dentro das discussões, o South Summit Brazil 2026 coloca o humano como centro. “É um tema muito importante para nós, pois entendemos que a inovação começa e termina em pessoas e que tecnologia por tecnologia não existe”, afirmou o presidente do South Summit Brazil, José Renato Hopf, em entrevista exclusiva ao GeraçãoE na abertura do evento. De acordo com ele, a inovação só faz sentido quando está a serviço de melhorar a vida das pessoas.

A programação segue até sexta-feira (27), reunindo mais de 700 palestrantes distribuídos em oito palcos simultâneos, com a proposta de abordar uma diversidade de temas que atravessam o ecossistema da inovação. A centralidade do humano aparece como fio condutor das discussões. “Esse é um tema central que perpassa todos os palcos, para que a gente possa discutir como fazer com que a inovação nunca perca o seu princípio fundamental, que é realmente gerar uma sociedade melhor”, destacou José Renato.

Para o presidente, a escolha do tema reflete uma necessidade de reequilibrar o debate sobre inovação. Segundo ele, embora o crescimento da Inteligência Artificial seja evidente, é fundamental questionar seu propósito.

Ao completar cinco anos, o evento consolida também seu papel como plataforma de conexão global. A cada edição, cresce o número de participantes internacionais, ampliando o alcance do ecossistema brasileiro de inovação. O presidente destacou que, no ano anterior, o encontro reuniu representantes de mais de 60 países, reforçando que o evento se tornou uma ponte entre o Rio Grande do Sul e o mundo. A proposta inicial, segundo ele, era justamente gerar impacto local com projeção global, estimulando transformação não apenas em Porto Alegre, mas em toda a América Latina.
Em um momento em que o avanço tecnológico e a Inteligência Artificial tomam cada vez mais espaço dentro das discussões, o South Summit Brazil 2026 coloca o humano como centro. “É um tema muito importante para nós, pois entendemos que a inovação começa e termina em pessoas e que tecnologia por tecnologia não existe”, afirmou o presidente do South Summit Brazil, José Renato Hopf, em entrevista exclusiva ao GeraçãoE na abertura do evento. De acordo com ele, a inovação só faz sentido quando está a serviço de melhorar a vida das pessoas.

A programação segue até sexta-feira (27), reunindo mais de 700 palestrantes distribuídos em oito palcos simultâneos, com a proposta de abordar uma diversidade de temas que atravessam o ecossistema da inovação. A centralidade do humano aparece como fio condutor das discussões. “Esse é um tema central que perpassa todos os palcos, para que a gente possa discutir como fazer com que a inovação nunca perca o seu princípio fundamental, que é realmente gerar uma sociedade melhor”, destacou José Renato.

Para o presidente, a escolha do tema reflete uma necessidade de reequilibrar o debate sobre inovação. Segundo ele, embora o crescimento da Inteligência Artificial seja evidente, é fundamental questionar seu propósito.

Ao completar cinco anos, o evento consolida também seu papel como plataforma de conexão global. A cada edição, cresce o número de participantes internacionais, ampliando o alcance do ecossistema brasileiro de inovação. O presidente destacou que, no ano anterior, o encontro reuniu representantes de mais de 60 países, reforçando que o evento se tornou uma ponte entre o Rio Grande do Sul e o mundo. A proposta inicial, segundo ele, era justamente gerar impacto local com projeção global, estimulando transformação não apenas em Porto Alegre, mas em toda a América Latina.
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Esse movimento tem reflexos diretos no desenvolvimento regional. O presidente aponta que o Rio Grande do Sul se destaca atualmente pelo número de parques tecnológicos e pela densidade de startups. “Hoje o estado tem o maior número de parques tecnológicos do país e a maior média de startups per capita do Brasil”, ressaltou. Para ele, o South Summit Brazil contribui de forma decisiva para esse cenário ao fomentar conexões, acesso a capital e troca de conhecimento. “A gente vê também o impacto, principalmente na economia gaúcha. Um impacto muito grande e direto que, só no passado, o segmento de gastronomia, locomoção, entre outros registrou um movimento de mais de R$ 176 milhões, fora o investimento bilionário nas startups que acabam acontecendo em função dessas conexões.”

Além do impacto econômico, o evento também busca ampliar sua atuação social. José Renato destacou iniciativas como o Comitê de Impacto Social e parcerias com projetos locais, que visam gerar oportunidades para diferentes públicos. “A gente quer ir além do evento, criando ações que realmente transformem a sociedade e gerem inclusão”, afirmou. Entre as iniciativas, estão programas voltados à empregabilidade e ao apoio de comunidades, fortalecendo o vínculo entre inovação e desenvolvimento social.

A sustentabilidade também aparece como um eixo transversal nas discussões. Para a organização, o tema deixou de ser diferencial e passou a ser obrigatório em qualquer debate sobre futuro. A ideia é promover o desenvolvimento tecnológico aliado à responsabilidade ambiental e social, garantindo que o progresso não comprometa as próximas gerações.

Para os empreendedores, José Renato reforça que o evento é uma oportunidade única de conexão e crescimento. Com centenas de investidores e milhares de empresas reunidas, o ambiente favorece desde a troca de ideias até o fechamento de negócios. “Vem para cá, vem fazer negócio. É uma oportunidade ímpar para se conectar, acessar conteúdo de qualidade e gerar novas possibilidades”, concluiu.