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Patricia Knebel

Patricia Knebel

Publicada em 03 de Junho de 2024 às 15:44

Sororitê quer aumentar a diversidade de gênero

Erica Fridman e Jaana Goeggel, cofundadoras da startup

Erica Fridman e Jaana Goeggel, cofundadoras da startup

Sororitê/Divulgação/JC
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Com o objetivo de fortalecer o ecossistema de inovação feminina no Brasil e tornar o Venture Capital mais inclusivo, a Sororitê, rede de investidoras anjo do país, já investiu mais de R$ 6 milhões em 16 startups fundadas por mulheres.
Com o objetivo de fortalecer o ecossistema de inovação feminina no Brasil e tornar o Venture Capital mais inclusivo, a Sororitê, rede de investidoras anjo do país, já investiu mais de R$ 6 milhões em 16 startups fundadas por mulheres.
O objetivo é apoiar o desenvolvimento e a inclusão no mercado, unindo propostas disruptivas e inovadoras de negócios a uma rede de investidoras em busca de maior rentabilidade para suas carteiras de investimento.
A fundadora da Sororitê, Erica Fridman, comenta que, especialmente para startups early stage, que possuem poucos dados e uma história de vida curta, a tomada de decisão do investidor acaba sendo mais qualitativa - com base na empatia com o fundador (a) e com a tese.
“Isso mostra a importância de termos mais mulheres investindo, já que sabemos que elas são duas vezes mais inclinadas a investir em outras mulheres do que os homens, especialmente em teses que abordam questões mais femininas”, explica. “Existem estudos que provam que empresas lideradas por mulheres geram mais receita, queimam menos caixa, e conseguem trazer mais retornos em menos tempo. Ainda assim, há um grande potencial inexplorado”, acrescenta a gestora.
Fundada pela própria Erica, ao lado de Jaana Goeggel e Flávia Mello, a rede começou, em 2021, com um grupo de WhatsApp que reunia mulheres que faziam parte do mercado de investimentos-anjo. Agora, três anos depois, reúne uma comunidade de mais de 140 mulheres investidoras, além de 16 startups em seu portfólio.
Com tese voltada para inovação, o grupo busca negócios fundados por mulheres, em estágio Pre Seed ou Seed, com potencial de escalabilidade e soluções voltadas para tecnologia.

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