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Porto Alegre, quarta-feira, 09 de outubro de 2019.
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Política

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Eleições

Edição impressa de 09/10/2019. Alterada em 09/10 às 14h13min

WhatsApp admite envio ilegal de mensagens na disputa de 2018

Sistemas automatizados contratados foram usados para transmissão maciça

Sistemas automatizados contratados foram usados para transmissão maciça


YASUYOSHI CHIBA/AFP/JC
O WhatsApp admitiu pela primeira vez que a eleição brasileira de 2018 teve uso de envios maciços de mensagens, com sistemas automatizados contratados de empresas. "Houve a atuação de empresas fornecedoras de envios maciços de mensagens, que violaram nossos termos de uso para atingir um grande número de pessoas", afirmou Ben Supple, gerente de políticas públicas e eleições globais do WhatsApp, em palestra no Festival Gabo. A apuração é da Folha de S.Paulo.
O WhatsApp admitiu pela primeira vez que a eleição brasileira de 2018 teve uso de envios maciços de mensagens, com sistemas automatizados contratados de empresas. "Houve a atuação de empresas fornecedoras de envios maciços de mensagens, que violaram nossos termos de uso para atingir um grande número de pessoas", afirmou Ben Supple, gerente de políticas públicas e eleições globais do WhatsApp, em palestra no Festival Gabo. A apuração é da Folha de S.Paulo.
Em uma série de reportagens desde outubro do ano passado, o jornal Folha de S.Paulo revelou a contratação na campanha eleitoral de empresas de marketing que faziam envios maciços de mensagens políticas, usando de forma fraudulenta CPFs de idosos e até contratando agências estrangeiras.
Uma das reportagens revelou que empresários apoiadores de Jair Bolsonaro (PSL) bancaram o disparo de mensagens em massa contra Fernando Haddad (PT), que foi derrotado e também acabou multado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) por impulsionamento irregular de conteúdo desfavorável ao seu então adversário. O TSE veda o uso de ferramentas de automatização, como os softwares de disparo em massa.
 
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