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Porto Alegre, sexta-feira, 08 de setembro de 2017. Atualizado às 16h08.

Jornal do Comércio

Expointer 2017

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EXPOSITORES

Notícia da edição impressa de 01/09/2017. Alterada em 31/08 às 20h54min

Opções em artesanato não faltam

Celso e Cecília investiram pouco mais de R$ 400,00 no estande

Celso e Cecília investiram pouco mais de R$ 400,00 no estande


MARCELO G. RIBEIRO/MARCELO G. RIBEIRO/JC
Carolina Hickmann
Cerca de 230 artesãos de 49 municípios do Estado participam da 34ª Exposição de Artesanato do Rio Grande do Sul (Expoargs), que acontece concomitantemente à 40ª Expointer, no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio. No ano passado, a feira movimentou R$ 924,5 mil, montante que, na expectativa da organização, deve ser superado nesta edição.
Até a última quarta-feira, mais de 13,6 mil produtos haviam sido comercializados no pavilhão do artesão, o que representa mais de R$ 545 mil. "Dada a crise, nossa expectativa era ao menos empatar esse valor. Porém, com os números apurados até o momento, poderemos superar esse montante", avalia a coordenadora do Programa Gaúcho do Artesanato (PGA), Marlene Garcia, que organiza a exposição.
Neste ano, diz Marlene, mais de 600 artesões inscreveram-se para ocupar os 118 espaços do pavilhão. A grande procura faz com que o programa precise realizar uma triagem, dividida em oito regiões do Estado. Aqueles que conseguiram seu lugar na exposição asseguram que vale a pena a expectativa da seleção, que tem início, todos os anos, em março. "A Expointer é a Copa do Mundo dos artesãos", diz Celso Moura, da C&C Arte Campeira, de Cachoeira do Sul.
Junto à sua esposa, Cecília Esteves, Moura traz a marca pela terceira vez à mostra. Eles explicam que seu único custo é de montagem da banca, na qual comercializam casas de madeira, que servem como incensários ou enfeites. Os R$ 408,00 investidos na estrutura são compensados rapidamente devido ao porte do evento. "Qualquer outro evento deste tamanho sairia pelo menos R$ 6 mil para expor, eles não são viáveis para nós", diz Cecília, que explica que, para os artesãos, o mês de agosto, graças à Expointer, acaba sendo mais significativo do que dezembro, com o Natal.
Até a quinta-feira, os negócios da C&C andavam no ritmo do ano passado. O casal de artesões, na verdade, estava ansioso pelo fim de semana, quando ocorrem as maiores comercializações, devido ao aumento de público na feira. Da mesma maneira, Marco e Claudia Cardona, da MC Artesanato, de Alegrete, que vende miniaturas de gado em cerâmica, sentiram o ritmo das vendas. "Sempre houve um incremento de um ano para o outro nos negócios. Nesta edição, está empatando até agora", observa Marco.
O principal da participação na Expointer, para ambas as marcas, são as conexões feitas com o varejo. "Ontem mesmo, vendemos R$ 640,00 para uma lojista de Gramado, para revenda", explica Marco, ao comemorar a possibilidade de mais um ponto de venda fixo de suas peças.
 
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