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Porto Alegre, sexta-feira, 08 de setembro de 2017. Atualizado às 16h04.

Jornal do Comércio

Internacional

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Clima

08/09/2017 - 15h32min. Alterada em 08/09 às 16h08min

Furacão Irma desalojou 24 mil pessoas na República Dominicana

Furacão, que já atingiu categoria 4, segue hoje em direção a Cuba e ao estado norte-americano da Flórida

Furacão, que já atingiu categoria 4, segue hoje em direção a Cuba e ao estado norte-americano da Flórida


ERIKA SANTELICES/AFP/JC
Agência Brasil
Os efeitos do furacão Irma desalojaram 24.116 pessoas na República Dominicana, onde o número de províncias em alerta vermelho diminuiu de 19 para cinco, informou nesta sexta-feira (8) o Centro de Operações de Emergências (COE). As informações são da agência de notícias EFE. Do total de desalojados, 13.415 se encontram em casas de parentes e 10.701 nos albergues oficiais, explicou em coletiva de imprensa o subdiretor do COE, José Luis Germán.
Irma, que segue nesta sexta-feira em direção a Cuba e ao estado norte-americano da Flórida, se tornou um furacão de categoria 4, destruiu 114 moradias e danificou outras 2.683 e uma ponte em território dominicano. Além disso, Germán explicou que 17 comunidades estão isoladas.
Das 32 províncias do país, San Juan de la Maguana (Sudoeste); Samaná e María Trinidad Sánchez, no Nordeste; Montecristi (Noroeste) e Puerto Plata (Norte), permanecem em alerta vermelho (máximo), enquanto que 17, entre elas Santo Domingo, estão em amarelo (intermediário) e seis em verde (mínimo).
As chuvas associadas ao furacão Irma continuam a afetar parte da República Dominicana, motivo pelo qual o COE e o Escritório Nacional de Meteorologia (Onamet) pediram atenção à população para possíveis inundações, inclusive em Santo Domingo.
Os efeitos de Irma no país foram menores que os previstos, mas algumas zonas das províncias de Santiago, a segunda cidade mais importante do país, assim como de Puerto Plata, María Trinidad Sánchez e Samaná sofreram inundações e centenas de moradias, de frágil construção, foram seriamente afetadas.
O fenômeno também afetou o fornecimento de energia elétrica em algumas regiões, especialmente na Norte, onde 471.982 pessoas ficaram sem o serviço, de acordo com a Empresa Distribuidora de Eletricidade do Norte (Edenorte), cuja última informação disponível indicam que o serviço foi restabelecido a 348.372 assinantes.
Diante da passagem do furacão, o governo dominicano ativou um plano para hospedar até 900 mil pessoas e iniciou os protocolos de segurança e prevenção nos hotéis, a maioria situada em Punta Cana, Puerto Plata, Samaná e Santo Domingo.
Cerca de 7.500 turistas foram transferidos de hotéis situados no leste ou nordeste do país, a zona mais afetada pelo furacão, para outros de Santo Domingo e Santiago como medida preventiva.
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