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Porto Alegre, sexta-feira, 27 de janeiro de 2017. Atualizado às 08h00.

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Notícia da edição impressa de 27/01/2017. Alterada em 27/01 às 09h00min

Confira o roteiro de artes em Porto Alegre

Tela de Benito Castañeda registra a vida no campo

Tela de Benito Castañeda registra a vida no campo


MARGS/DIVULGAÇÃO/JC
Não tem desculpa para quem fica em Porto Alegre no verão: de shows a cinema, a programação é intensa e de qualidade. Nas exposições em cartaz, muitas retratam a diversidade e a história das artes. Veja, a seguir, algumas dicas:
História do Rio Grande
A Galeria Aldo Locatelli, do Museu de Arte do Rio Grande do Sul (Margs), exibe, até 4 de abril, a mostra Uma possível História da Arte do Rio Grande do Sul: a emergência de um sistema da arte local. A entrada é franca.
A exposição reúne 15 obras de artistas relevantes para o sistema da arte local, produzidas nos séculos XIX e XX. Ela propõe uma reflexão sobre a produção no território gaúcho. O Rio Grande do Sul teve a constituição tardia de um sistema de arte, devido ao seu formato de povoação e de desenvolvimento, que se deu de maneira irregular. Com exceção da Missão Jesuítica, que deixou um significativo legado no campo da arte religiosa, o contexto, até o século XIX, não se apresentava muito propício às artes plásticas no estado.
Estão expostos trabalhos da considerada primeira geração de artistas gaúchos, como Araújo Porto Alegre (1806-1879) e Pedro Weingärtner (1853-1929), e também obras de artistas que ajudaram a construir, especialmente através da criação da Escola de Belas Artes (atual Instituto de Artes da Ufrgs), em 1910, o campo das artes plásticas no Rio Grande do Sul.
O Margs possui, atualmente, cerca de 4 mil obras catalogadas em seu acervo, que vão da primeira metade do século XIX até os dias atuais. São trabalhos que envolvem diferentes linguagens das artes visuais como pintura, escultura, gravura, cerâmica, desenho, arte têxtil, fotografia, instalação, performance, arte digital, design, entre outros.
A coleção do museu é composta por arte brasileira, com ênfase na produção de artistas gaúchos, e também por obras estrangeiras, da qual conta com nomes significativos da arte mundial. O Margs funciona de terças a domingos, das 10h às 19h, sempre com entrada gratuita.
Imagens e fotógrafos
O Café do Margs recebe, até 12 de março, a mostra Informalidades – fotografias de Bebeto Alves. Com curadoria do arquiteto e artista visual Fábio André Rheinheimer, a exposição apresenta uma aproximação entre a pintura, o desenho e a fotografia.
Os trabalhos desta exposição se caracterizam pela experimentação, interação entre as formas, texturas e composições de pigmentos que, assim, estabelecem um conceito fotográfico. Informalidades é estruturada três tempos (ou momentos), assim distribuídos: trabalhos de uma exposição realizada com o artista Rogério Severo, intitulada ZWEI; obras da série Instruthuras, que também fazem parte da coletiva Múltiplos Olhares: 21 fotógrafos que se realiza no Margs; e obras inéditas da série Tessituras.
Aliás, a exposição Múltiplos olhares: 21 fotógrafos entra nos derradeiros dias de visitação. Em cartaz na Galeria Iberê Camargo do Margs, a atividade parte de fragmentos vindos de representações pontuais da trajetória de distintos profissionais. Surge então, um conjunto multifacetado — diverso e plural — que possibilita estabelecer outras vinculações e, portanto, novas releituras. A curadoria também é de Rheinheimer. Visitação até 29 de janeiro.
Retratos de viagem
Quem passar pela Casa de Cultura Mario Quintana, pode visitar, até 10 de fevereiro, a exposição Olhares do Sul, do gaúcho Sandro Portes.
Com a curadoria do fotógrafo Jorge Aguiar e diagramação visual de Zezé Carneiro, a mostra traz 30 imagens captadas pelo artista ao percorrer locais como a Praia do Laranjal, em Pelotas, Rio Grande e Colônia do Sacramento, no Uruguai.
Portes é engenheiro e tem a fotografia como hobby. Membro e fundador do Clube de Fotografia Costa do Arroio Pelotas, ao longo dos anos vem refinando seu olhar sobre as paisagens e arquitetura da Metade Sul do Estado por meio de cores, ângulos, barcos e o sol que banha suas imagens com uma certa singularidade.
A visitação, gratuita, pode ser feita no hall do Núcleo Fotográfico – terceiro andar da CCMQ (Andradas, 736).
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