O deputado estadual Pepe Vargas (PT) será o próximo presidente da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul a partir dos últimos dias de janeiro de 2025. Atualmente, o cargo é ocupado por Adolfo Brito (PP).
A definição da presidência do Parlamento gaúcho ocorre por uma tradição de mais de uma década em que as maiores bancadas eleitas indicam representantes para um rodízio entre partidos no comando da Casa. Após o MDB comandar o legislativo em 2023 com Vilmar Zanchin e o PP neste ano, a próxima sigla a assumir a Assembleia é o PT e, em 2026, será o Republicanos, que designou o deputado Sergio Peres ao cargo.
Pode-se dizer que esta prática de acordos entre as maiores bancadas eleitas surgiu a partir do crescimento da representatividade do PT na Assembleia Legislativa. Anteriormente, o MDB, o PP, o PDT e o extinto PTB acumulavam o maior número de cadeiras, algo que alterou com o tempo. Na atual legislatura, por exemplo, a bancada da federação PT-PCdoB é a maior entre todas, com 12 parlamentares.
Em 2009, os então deputados estaduais Ivar Pavan (PT) e Giovani Cherini (na época PDT, hoje no PL) anunciaram que fariam uma gestão compartilhada da Assembleia Legislativa por dois anos - 2009 e 2010. A decisão foi endossada pelos presidentes estaduais dos dois partidos à época, Olívio Dutra (PT) e Romildo Bolzan Júnior (PDT).
“A gestão compartilhada poderá dar estabilização administrativa à casa”, disse o pedetista em 2009. O petista completou: "O ato aqui realizado terá desdobramentos positivos. Ele é sinalizador de uma semeadura que vem sendo feita".
Desde lá, a tradição de rodízio na presidência da Assembleia é mantida. De 2009 a 2024, o MDB, o PP e o PT presidiram a Assembleia quatro vezes, o PDT três e o extinto PTB uma. Em 2026, conforme o previsto pelas indicações, o comando do parlamento gaúcho será pela primeira vez do Republicanos, com o deputado Sergio Peres.
A definição da presidência do Parlamento gaúcho ocorre por uma tradição de mais de uma década em que as maiores bancadas eleitas indicam representantes para um rodízio entre partidos no comando da Casa. Após o MDB comandar o legislativo em 2023 com Vilmar Zanchin e o PP neste ano, a próxima sigla a assumir a Assembleia é o PT e, em 2026, será o Republicanos, que designou o deputado Sergio Peres ao cargo.
Pode-se dizer que esta prática de acordos entre as maiores bancadas eleitas surgiu a partir do crescimento da representatividade do PT na Assembleia Legislativa. Anteriormente, o MDB, o PP, o PDT e o extinto PTB acumulavam o maior número de cadeiras, algo que alterou com o tempo. Na atual legislatura, por exemplo, a bancada da federação PT-PCdoB é a maior entre todas, com 12 parlamentares.
Em 2009, os então deputados estaduais Ivar Pavan (PT) e Giovani Cherini (na época PDT, hoje no PL) anunciaram que fariam uma gestão compartilhada da Assembleia Legislativa por dois anos - 2009 e 2010. A decisão foi endossada pelos presidentes estaduais dos dois partidos à época, Olívio Dutra (PT) e Romildo Bolzan Júnior (PDT).
“A gestão compartilhada poderá dar estabilização administrativa à casa”, disse o pedetista em 2009. O petista completou: "O ato aqui realizado terá desdobramentos positivos. Ele é sinalizador de uma semeadura que vem sendo feita".
Desde lá, a tradição de rodízio na presidência da Assembleia é mantida. De 2009 a 2024, o MDB, o PP e o PT presidiram a Assembleia quatro vezes, o PDT três e o extinto PTB uma. Em 2026, conforme o previsto pelas indicações, o comando do parlamento gaúcho será pela primeira vez do Republicanos, com o deputado Sergio Peres.