A quarta temporada do Mapa Econômico do Rio Grande do Sul, projeto que percorre o Interior para destrinchar os desafios e as oportunidades de desenvolvimento econômico de cada região do Estado, iniciou nesta terça-feira, 31 de março. No evento, realizado na Associação Comercial, Cultural e Industrial de Veranópolis (Aciv), o editor-chefe do Jornal do Comércio, Guilherme Kolling, apresentou a iniciativa, destacando a presença de novos indicadores.
O projeto, explica Kolling, produz cadernos especiais específicos para cada uma das cinco macrorregiões do Estado, fazendo um raio-x das suas matrizes produtivas e, com base em jornalismo de dados, trazendo indicadores. “Já trabalhamos com informações como o produto interno bruto (PIB) e a população. Agora, vamos trazer, também, o PIB per capita”, anunciou.
Nesse sentido, destacou o protagonismo da Serra na economia gaúcha. Afinal, além de ter um forte PIB, impulsionado pela força industrial e serviços de maior valor agregado, a macrorregião tem o maior PIB per capita do Estado.
O projeto, explica Kolling, produz cadernos especiais específicos para cada uma das cinco macrorregiões do Estado, fazendo um raio-x das suas matrizes produtivas e, com base em jornalismo de dados, trazendo indicadores. “Já trabalhamos com informações como o produto interno bruto (PIB) e a população. Agora, vamos trazer, também, o PIB per capita”, anunciou.
Nesse sentido, destacou o protagonismo da Serra na economia gaúcha. Afinal, além de ter um forte PIB, impulsionado pela força industrial e serviços de maior valor agregado, a macrorregião tem o maior PIB per capita do Estado.
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Em relação ao Rio Grande do Sul como um todo, o editor-chefe mencionou a importância do acompanhamento do PIB. “Tem até aquela máxima de que se o clima vai bem, a economia gaúcha também. Agora, se vai mal, o PIB cai”, mencionou.
Com isso, relembrou os desafios climáticos recentes do Estado, que enfrentou sucessivas estiagens, intercaladas com períodos de chuvas excessivas. O cenário fez a economia gaúcha perder parte da sua fatia no PIB brasileiro nos anos 2020.
Se, em 2019, representava 6,5% do total do País, em 2020 caiu a 6,2%, chegando a 5,9% em seus piores momentos – 2022 e 2023. Embora uma leve recuperação tenha acontecido em 2024, quando alcançou os 6,02%, os dados do PIB do Rio Grande do Sul de 2025 divulgados no mesmo dia do evento revelam um retorno ao patamar de 5,9% – o que foi destacado por Kolling.
Conforme o editor-chefe, a iniciativa mapeou ao longo de 2025 mais de 90 oportunidades para alavancar a economia das diversas regiões gaúchas. “Muitas delas, desde que iniciamos a primeira edição, já saíram do papel”, destacou.
Em relação ao Rio Grande do Sul como um todo, o editor-chefe mencionou a importância do acompanhamento do PIB. “Tem até aquela máxima de que se o clima vai bem, a economia gaúcha também. Agora, se vai mal, o PIB cai”, mencionou.
Com isso, relembrou os desafios climáticos recentes do Estado, que enfrentou sucessivas estiagens, intercaladas com períodos de chuvas excessivas. O cenário fez a economia gaúcha perder parte da sua fatia no PIB brasileiro nos anos 2020.
Se, em 2019, representava 6,5% do total do País, em 2020 caiu a 6,2%, chegando a 5,9% em seus piores momentos – 2022 e 2023. Embora uma leve recuperação tenha acontecido em 2024, quando alcançou os 6,02%, os dados do PIB do Rio Grande do Sul de 2025 divulgados no mesmo dia do evento revelam um retorno ao patamar de 5,9% – o que foi destacado por Kolling.
Conforme o editor-chefe, a iniciativa mapeou ao longo de 2025 mais de 90 oportunidades para alavancar a economia das diversas regiões gaúchas. “Muitas delas, desde que iniciamos a primeira edição, já saíram do papel”, destacou.