Nesta segunda-feira (27), o incêndio na Boate Kiss, em Santa Maria, completa 12 anos. Prevista para março, a entrega do memorial que homenageia as 242 vítimas terá atraso em razão de um problema estrutural. De acordo com o arquiteto, Paulo Kull, da Infa Incorporadora - empresa responsável pela construção -, o novo prazo ainda não foi estabelecido.
“Houve um período de 45 dias de desaceleração do processo de construção, em virtude de uma situação que não estava prevista no projeto, que se refere a um andar subterrâneo de um prédio vizinho. Não poderíamos partir com a fundação acima do nível da fundação desse prédio”, explica o arquiteto.
“Houve um período de 45 dias de desaceleração do processo de construção, em virtude de uma situação que não estava prevista no projeto, que se refere a um andar subterrâneo de um prédio vizinho. Não poderíamos partir com a fundação acima do nível da fundação desse prédio”, explica o arquiteto.
O projeto conta com uma estrutura de 242 pilares, cada um leva o nome de uma das vítimas e uma floreira. O local também terá jardins, auditório e sala para exposições de arte, além de servir de sede para a Associação de Familiares de Vítimas e Sobreviventes da Tragédia de Santa Maria (AVTSM).
Devido ao problema estrutural, novos estudos de sondagem foram realizados. As alterações, segundo o arquiteto Paulo Kull, já foram realizadas. “São muros de contenções na divisa para não ocorrer problemas de umidade. As formas, que moldam a fundação, estão 99,8% prontas para receberem o concreto, que deve ocorrer na próxima terça-feira (28)”, complementa Kull.
Devido ao problema estrutural, novos estudos de sondagem foram realizados. As alterações, segundo o arquiteto Paulo Kull, já foram realizadas. “São muros de contenções na divisa para não ocorrer problemas de umidade. As formas, que moldam a fundação, estão 99,8% prontas para receberem o concreto, que deve ocorrer na próxima terça-feira (28)”, complementa Kull.
O investimento inicial de R$ 4,8 milhões é oriundo do Fundo Estadual para a Reconstituição de Bens Lesados (FRBL), gerido pelo Ministério Público do Rio Grande do Sul (MP-RS), além de contrapartidas da prefeitura de Santa Maria. Com as alterações e novos estudos, os recursos devem ser ampliados, afirma o arquiteto.
Arquitetonicamente, “haverá pequenas mudanças por solicitações de adequações do Plano de Prevenção contra Incêndios (PPCI). O Corpo de Bombeiros pediu algumas alterações referentes aos acessos laterais. Fora isso, não haverá mudanças estéticas no projeto original”, diz Kull.
Arquitetonicamente, “haverá pequenas mudanças por solicitações de adequações do Plano de Prevenção contra Incêndios (PPCI). O Corpo de Bombeiros pediu algumas alterações referentes aos acessos laterais. Fora isso, não haverá mudanças estéticas no projeto original”, diz Kull.