Júlia Fernandes

Júlia Fernandes Repórter


Novidade

Tradicional à la minuta da Cidade Baixa abrirá em casarão de 200 m²

À La Minuta da Terezinha segue na Cidade Baixa, mas agora em uma casa para 120 pessoas
Bife, feijão, arroz, ovo e batata frita. A combinação simples que não tem erro está presente no cardápio da maioria dos restaurantes. Mas há aqueles especiais, que são conhecidos pela sua à la minuta, e esse é o caso da À La Minuta da Terezinha. Operando há mais de 13 anos na Cidade Baixa, o negócio se prepara para mais uma mudança de endereço. O restaurante, localizado na rua General Lima e Silva há três anos, irá ocupar a esquina da mesma rua, na altura da Lobo da Costa, nº 209. Em um casarão de 200 m² com mais de um século, a À La Minuta da Terezinha contará com uma cozinha maior do que a atual, dois salões, além de um estoque para os produtos.

A mudança de endereço vem acompanhada de outra transformação: a mudança de nome. O novo restaurante, além de levar o nome da Terezinha Capitanio, uma das proprietárias do negócio, leva o nome do seu esposo, Rudinei Capitanio, que também comanda o restaurante e a chapa da operação. A expectativa é que o À La Minuta da Terezinha e do Nei abra as portas no início de outubro.

“Por questões burocráticas, meu pai, quando abriu, fez toda papelada no nome da minha mãe. Quando saía a nota para os clientes vinha o nome Terezinha, e daí pegou”, explica Robson Capitanio, um dos filhos do casal, sobre a mudança do nome.
Bife, feijão, arroz, ovo e batata frita. A combinação simples que não tem erro está presente no cardápio da maioria dos restaurantes. Mas há aqueles especiais, que são conhecidos pela sua à la minuta, e esse é o caso da À La Minuta da Terezinha. Operando há mais de 13 anos na Cidade Baixa, o negócio se prepara para mais uma mudança de endereço. O restaurante, localizado na rua General Lima e Silva há três anos, irá ocupar a esquina da mesma rua, na altura da Lobo da Costa, nº 209. Em um casarão de 200 m² com mais de um século, a À La Minuta da Terezinha contará com uma cozinha maior do que a atual, dois salões, além de um estoque para os produtos.

A mudança de endereço vem acompanhada de outra transformação: a mudança de nome. O novo restaurante, além de levar o nome da Terezinha Capitanio, uma das proprietárias do negócio, leva o nome do seu esposo, Rudinei Capitanio, que também comanda o restaurante e a chapa da operação. A expectativa é que o À La Minuta da Terezinha e do Nei abra as portas no início de outubro.

“Por questões burocráticas, meu pai, quando abriu, fez toda papelada no nome da minha mãe. Quando saía a nota para os clientes vinha o nome Terezinha, e daí pegou”, explica Robson Capitanio, um dos filhos do casal, sobre a mudança do nome.
A obra que começou a cerca de seis meses foi toda pensada para receber a tradicional à la minuta da Cidade Baixa | NATHAN LEMOS/JC
A obra que começou a cerca de seis meses foi toda pensada para receber a tradicional à la minuta da Cidade Baixa NATHAN LEMOS/JC


A obra, que começou há cerca de seis meses, foi toda pensada para receber a tradicional à la minuta da Cidade Baixa. “Aqui, vai ser uma parede onde o pai quer dar destaque às batatas que usamos”, aponta Robson, falando sobre o processo das batatas fritas do restaurante, que são feitas da forma tradicional, descascadas na mão e fritadas na hora do pedido. “Nunca utilizamos as congeladas, pré-prontas”, garante o empreendedor.

O local contará com o buffet de saladas, em frente a cozinha de produção, assim como no restaurante atual. No andar térreo, além da cozinha, operará um dos salões do local, com capacidade para 70 pessoas. Ao todo, o novo restaurante comporta até 120 pessoas. “O segundo andar vai funcionar também, mas no início a ideia é abrir o primeiro andar somente para entender a demanda” explica Robson.

Atualmente, a À La Minuta da Terezinha conta com uma equipe de cinco pessoas, sendo Robson e os pais, uma funcionária fixa e uma freelancer. Hoje, o restaurante comporta 46 pessoas, com a expansão, a expectativa é aumentar o número de colaboradores. “Meu pai já está treinando uma menina para a chapa, mas é difícil achar mão de obra”, comenta Robson.
LEIA TAMBÉM > Celebrando 10 anos de operação, confeitaria de Porto Alegre lança cookie na travessa

Apesar da mudança de endereço, o foco do negócio segue sendo as à la minutas. De acordo com Robson, a ideia é permanecer com o mesmo cardápio para seguir mantendo a qualidade das entregas. O empreendedor comenta que a necessidade do novo espaço veio pela alta demanda, principalmente, aos fins de semana. “Quando a gente se mudou para o endereço atual, a gente não imaginava que ficaria tão pequeno”, comenta Robson. Segundo ele, o restaurante vende por dia 150 à la minutas, podendo chegar a 300 unidades aos fins de semana. “O meu pai segue o modelo antigo, o caderninho. Ele conta pela quantidade de ovos”, comenta Robson.
O novo restaurante contará com dois salões | NATHAN LEMOS/JC
O novo restaurante contará com dois salões NATHAN LEMOS/JC


A ideia de crescer também veio de Rudnei, que decidiu que era o momento de crescer. “Começamos a ver que a cozinha estava apertada, que os clientes estavam desconfortáveis, que não tinha lugar para guardar nem a mercadoria”, comenta Robson sobre os desafios da operação atual. “No fim, ele quer que a gente prospere. Ele fala que é algo que vai ficar para mim e para minhas irmãs. Estou feliz de contribuir com eles nessa subida”, destacou.