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Publicada em 12 de Agosto de 2025 às 15:20

Com leilão suspenso, empreendimento Life.Co segue com empresas em rota de colisão

Empreendimento Life.Co fica no bairro Jardim do Salso, em Porto Alegre

Empreendimento Life.Co fica no bairro Jardim do Salso, em Porto Alegre

TÂNIA MEINERZ/JC
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Cássio Fonseca
Cássio Fonseca
De boa fé, mais de 100 pessoas compraram apartamentos no empreendimento Life.Co, no bairro Jardim do Salso, em Porto Alegre. Passado um tempo, foram surpreendidas com a notícia de que seus imóveis podem ser leiloados. O motivo é um imbróglio jurídico que abrange os compradores - que adquiriram apartamentos antes das conclusões das obras -, a Infinita Incorporadora, que construiu o condomínio, e a HabitaSec, securitizadora do negócio. Um impasse financeiro e contratual entre as empresas levou o caso para a justiça - o trâmite corre na 17ª câmara cível do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul (TJ-RS). O leilão das unidades previsto para a última sexta-feira (8) foi suspenso. Outro havia sido marcado para janeiro deste ano e também foi suspenso. Em meio à indefinição do processo, as versões de cada parte divergem, desde o papel de cada uma na operação até princípios éticos que foram supostamente violados. Diretamente afetados pela situação, os moradores criaram a Associação dos Adquirentes do Empreendimento Life.Co (AAELIC), com mais de 40 associados, e procuram amparo legal para o caso. Advogado do movimento, Daniel Gomes explica que "a HabitaSec deixou de ser uma securitizadora" e começou a gestão do negócio em conjunto com a Infinita. Segundo ele, houve ampla participação no projeto e os adquirentes compraram os imóveis com a garantia de entrega ao fim da construção. Entretanto, a parceria desandou por um desacordo entre as partes. “A HabitaSec alega que algumas unidades foram pagas na conta da Infinita enquanto deveriam ser pagas na conta centralizadora da securitizadora. E aí muitos adquirentes foram notificados pela HabitaSec e começaram a depositar diretamente para a conta da empresa”, conta Gomes. LEIA MAIS: Justiça suspende leilão de unidades do Life.Co, que seria nesta sexta-feira Conforme o advogado, a HabitaSec executou uma garantia e consolidou a propriedade pelo fato de ser uma alienação fiduciária. A Infinita questionou judicialmente e Gomes relata que a securitizadora tinha ciência de todos os imóveis que haviam sido vendidos à incorporadora, e mesmo assim procedeu com o processo, alegando que não havia recebido os valores devidos. A partir deste ponto, os adquirentes, que estavam fora do processo, começaram a receber a informação de que os imóveis que eles haviam comprado, e alguns pagos a ambas as empresas, estavam indo a leilão. O advogado da AAELIC alega que foram reunidas evidências nos autos e no próprio contrato que a Habitasec tinha ciência da venda de 54 unidades que seriam leiloadas. “Entendemos que há indícios de irregularidades fortes perpetradas tanto pela Infinita quanto pela HabitaSec”. Questionado sobre o impacto do leilão, Gomes opina que “seria uma tragédia processual, porque atravancaria o judiciário, provavelmente, por muitos anos”. Presidente da Associação de Adquirentes, Nathanael Cabreira, afirma que em nenhum momento lhes foi informado que havia uma alienação fiduciária e que a atuação da Habitasec foi duvidosa. “Teve gente que mandou um e-mail perguntando como estava a situação no apartamento e eles responderam que estava tudo bem e quitado. E mesmo assim colocaram esses imóveis em leilão”, conta. Cabreira expõe um sentimento de perplexidade e medo: “Se não temos mais segurança para comprar um apartamento em construção, qual a segurança jurídica do comprador de boa fé no nosso País?”. LEIA MAIS: Confira dez bairros com preços de condomínios mais caros em Porto Alegre As empresas, em posição de divergência, acusam comportamentos inadequados e não possuem um diálogo posto. O advogado da Infinita, Ricardo Jobim, define que a relação entre as partes “não foi simplesmente um empréstimo financeiro com garantias, conforme a HabitaSec quer fazer crer”. Existe, ainda, um quarto elemento no caso. Trata-se da empresa Cartesia, que, de acordo com Jobim, é a representante dos fundos aos quais a Habitasec diz seguir e obedecer — porque as securitizadoras obedecem a esses fundos —, e que teria atuado muito mais do que apenas um agente financiador. “Ela interferiu em todo o processo de incorporação e tomou muitas decisões que trouxeram prejuízo à incorporadora”, relata. “A HabitaSec é um instrumento jurídico utilizado pela Cartesia para personificar uma operação”, interpreta. Jobim afirma categoricamente que as decisões, desde o rompimento com construtoras até a demissão de funcionários, eram tomadas pela Cartesia. “Não é um caso apenas de empréstimo, é um caso de direito civil e vários atos de gestão por parte do fundo que ordenava e declarava que era quem mandava em toda operação”, diz. Já o advogado da HabitaSec, Tiago Muñoz, explica que a empresa gere recursos de um fundo de investimento com inúmeros investidores. Neste caso, pessoas físicas. O jurídico afirma que a Infinita usou o dinheiro aportado pela securitizadora para fazer o empreendimento, com a obrigação de comercializar as unidades e entregar o valor das vendas para o fundo. “Só que a Infinita vendeu os apartamentos e embolsou o dinheiro. Então ela deu um calote no fundo e em todos os seus investidores”, acusa. Sobre o leilão, Muñoz relata que, por parte da HabitaSec, sempre se fez questão de enfatizar que a empresa respeitaria o direito de todos os adquirentes que fizeram os pagamentos para o fundo regularmente, na forma prevista em contrato e na forma da lei. “Esses terão sempre o seu direito assegurado. Aqueles que fizeram o pagamento para a Infinita e não para o fundo, lamentavelmente, foram lesados”, completa, enfatizando que, de acordo com a securitizadora, apenas estes compradores teriam seus imóveis leiloados.   Confira a nota da HabitaSec na íntegra:  "A HabitaSec simplesmente gere o recurso do fundo — não tem ingerência nem conhecimento sobre a gestão da obra. O fundo investiu o dinheiro e não recebeu de volta o que foi investido. Sendo assim, a obra foi feita, às custas dos recursos do fundo, e a incorporadora não entregou esse valor de volta ao fundo. E mais — além disso, tomou o recurso dos adquirentes. Não há nenhum sentido em se falar que a HabitaSec, de alguma forma, sabia ou concordou com esses fatos. Afinal de contas, por qual razão a HabitaSec concordaria em autorizá-lo a vender as unidades e não reembolsar, não pegar o dinheiro de volta para os investidores e, a Infinita ficar com o dinheiro? Seria como se a HabitaSec concordasse em que ela própria fosse fraudada, que concordasse em ser credora de algo que não estava previsto. O argumento não faz sentido.   Com relação à Cartesia, ela é uma gestora e que não tem nenhuma relação com a HabitaSec ou atualmente com o fundo. A grande questão é o dever legal e contratual da Infinita de pagar a dívida que ela tomou. Ela recebeu o dinheiro e não pagou. Então, nada disso afasta essa dívida.   Com relação aos adquirentes, no final, o que aconteceu foi que a Infinita lesou essas pessoas porque comercializou os apartamentos sem poder vender dessa forma. Então, ela vendeu como se fosse 100% proprietária, mas, na verdade, ela não era, porque tinha uma alienação fiduciária e embolsou esse dinheiro. Ou seja, deu um golpe nos adquirentes e agora está tentando utilizar esses adquirentes contra a HabitaSec para que a securitizadora não receba o seu crédito e que ela consiga dar esse calote até o final.   O que é importante é que a Infinita tomou uma dívida e não pagou. A Infinita precisa adimplir a dívida dela e, para fazer isso, é necessário fazer o leilão, mecanismo legal previsto para esses casos. E os terceiros adquirentes que compraram e pagaram para a Infinita e não para o fundo, têm uma demanda contra a incorporadora. São eles que devem ser cobrados."   Confira a nota da Infinita Incorporações na íntegra:  "A Infinita Incorporações, vem a público contestar, de forma veemente, as alegações divulgadas pela Habitasec, por conterem informações parciais, distorcidas e incompatíveis com o conjunto probatório constante nos processos judiciais em curso. Diferentemente do que foi afirmado, há documentação robusta que comprova: * Ingerência indevida de agentes do fundo e da securitizadora na gestão das SPEs da Infinita;* Omissão de fatos relevantes ao mercado, incluindo pedidos de falência e decisões judiciais que impactam operações de CRI, elementos suficientes para representação à CVM;* Inclusão irregular de unidades quitadas como garantias;* Indícios de uso de recursos vinculados à operação para campanhas de mídia negativa contra a incorporadora;* Troca de construtora sem transparência e sem mitigação dos riscos;* Ameaças e condutas intimidatórias documentadas;* Prejuízos a adquirentes, inclusive com leilões suspensos por decisão judicial;   Vale ressaltar que a única razão pela qual a Infinita ingressou na Justiça foi para proteger os adquirentes, a quem faz questão de honrar. Por isso, se coloca à disposição de todos para defender a causa deles, apoiar integralmente os clientes e demonstrar, com provas, a verdade dos fatos. Ao contrário da Habitasec, que tenta realizar leilões de forma apressada, pouco transparente e sem a devida publicidade, buscamos expor ao Judiciário toda a situação em defesa dos adquirentes.   A Infinita reafirma seu compromisso com a transparência, com a proteção dos adquirentes e com o respeito às regras do mercado de capitais.   Por fim, reitera-se que a empresa seguirá colaborando com as autoridades competentes e adotará todas as medidas judiciais e extrajudiciais cabíveis para resguardar seus direitos, a verdade dos fatos e a segurança jurídica de seus clientes e parceiros."
De boa fé, mais de 100 pessoas compraram apartamentos no empreendimento Life.Co, no bairro Jardim do Salso, em Porto Alegre. Passado um tempo, foram surpreendidas com a notícia de que seus imóveis podem ser leiloados. O motivo é um imbróglio jurídico que abrange os compradores - que adquiriram apartamentos antes das conclusões das obras -, a Infinita Incorporadora, que construiu o condomínio, e a HabitaSec, securitizadora do negócio. Um impasse financeiro e contratual entre as empresas levou o caso para a justiça - o trâmite corre na 17ª câmara cível do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul (TJ-RS). O leilão das unidades previsto para a última sexta-feira (8) foi suspenso. Outro havia sido marcado para janeiro deste ano e também foi suspenso.
Em meio à indefinição do processo, as versões de cada parte divergem, desde o papel de cada uma na operação até princípios éticos que foram supostamente violados. Diretamente afetados pela situação, os moradores criaram a Associação dos Adquirentes do Empreendimento Life.Co (AAELIC), com mais de 40 associados, e procuram amparo legal para o caso.
Advogado do movimento, Daniel Gomes explica que "a HabitaSec deixou de ser uma securitizadora" e começou a gestão do negócio em conjunto com a Infinita. Segundo ele, houve ampla participação no projeto e os adquirentes compraram os imóveis com a garantia de entrega ao fim da construção. Entretanto, a parceria desandou por um desacordo entre as partes. “A HabitaSec alega que algumas unidades foram pagas na conta da Infinita enquanto deveriam ser pagas na conta centralizadora da securitizadora. E aí muitos adquirentes foram notificados pela HabitaSec e começaram a depositar diretamente para a conta da empresa”, conta Gomes.
Conforme o advogado, a HabitaSec executou uma garantia e consolidou a propriedade pelo fato de ser uma alienação fiduciária. A Infinita questionou judicialmente e Gomes relata que a securitizadora tinha ciência de todos os imóveis que haviam sido vendidos à incorporadora, e mesmo assim procedeu com o processo, alegando que não havia recebido os valores devidos.
A partir deste ponto, os adquirentes, que estavam fora do processo, começaram a receber a informação de que os imóveis que eles haviam comprado, e alguns pagos a ambas as empresas, estavam indo a leilão. O advogado da AAELIC alega que foram reunidas evidências nos autos e no próprio contrato que a Habitasec tinha ciência da venda de 54 unidades que seriam leiloadas. “Entendemos que há indícios de irregularidades fortes perpetradas tanto pela Infinita quanto pela HabitaSec”.
Questionado sobre o impacto do leilão, Gomes opina que “seria uma tragédia processual, porque atravancaria o judiciário, provavelmente, por muitos anos”. Presidente da Associação de Adquirentes, Nathanael Cabreira, afirma que em nenhum momento lhes foi informado que havia uma alienação fiduciária e que a atuação da Habitasec foi duvidosa. “Teve gente que mandou um e-mail perguntando como estava a situação no apartamento e eles responderam que estava tudo bem e quitado. E mesmo assim colocaram esses imóveis em leilão”, conta.
Cabreira expõe um sentimento de perplexidade e medo: “Se não temos mais segurança para comprar um apartamento em construção, qual a segurança jurídica do comprador de boa fé no nosso País?”.
As empresas, em posição de divergência, acusam comportamentos inadequados e não possuem um diálogo posto. O advogado da Infinita, Ricardo Jobim, define que a relação entre as partes “não foi simplesmente um empréstimo financeiro com garantias, conforme a HabitaSec quer fazer crer”.
Existe, ainda, um quarto elemento no caso. Trata-se da empresa Cartesia, que, de acordo com Jobim, é a representante dos fundos aos quais a Habitasec diz seguir e obedecer — porque as securitizadoras obedecem a esses fundos —, e que teria atuado muito mais do que apenas um agente financiador. “Ela interferiu em todo o processo de incorporação e tomou muitas decisões que trouxeram prejuízo à incorporadora”, relata. “A HabitaSec é um instrumento jurídico utilizado pela Cartesia para personificar uma operação”, interpreta.
Jobim afirma categoricamente que as decisões, desde o rompimento com construtoras até a demissão de funcionários, eram tomadas pela Cartesia. “Não é um caso apenas de empréstimo, é um caso de direito civil e vários atos de gestão por parte do fundo que ordenava e declarava que era quem mandava em toda operação”, diz.
Já o advogado da HabitaSec, Tiago Muñoz, explica que a empresa gere recursos de um fundo de investimento com inúmeros investidores. Neste caso, pessoas físicas. O jurídico afirma que a Infinita usou o dinheiro aportado pela securitizadora para fazer o empreendimento, com a obrigação de comercializar as unidades e entregar o valor das vendas para o fundo. “Só que a Infinita vendeu os apartamentos e embolsou o dinheiro. Então ela deu um calote no fundo e em todos os seus investidores”, acusa.
Sobre o leilão, Muñoz relata que, por parte da HabitaSec, sempre se fez questão de enfatizar que a empresa respeitaria o direito de todos os adquirentes que fizeram os pagamentos para o fundo regularmente, na forma prevista em contrato e na forma da lei. “Esses terão sempre o seu direito assegurado. Aqueles que fizeram o pagamento para a Infinita e não para o fundo, lamentavelmente, foram lesados”, completa, enfatizando que, de acordo com a securitizadora, apenas estes compradores teriam seus imóveis leiloados.
 
Confira a nota da HabitaSec na íntegra:
 "A HabitaSec simplesmente gere o recurso do fundo — não tem ingerência nem conhecimento sobre a gestão da obra. O fundo investiu o dinheiro e não recebeu de volta o que foi investido. Sendo assim, a obra foi feita, às custas dos recursos do fundo, e a incorporadora não entregou esse valor de volta ao fundo. E mais — além disso, tomou o recurso dos adquirentes.
Não há nenhum sentido em se falar que a HabitaSec, de alguma forma, sabia ou concordou com esses fatos. Afinal de contas, por qual razão a HabitaSec concordaria em autorizá-lo a vender as unidades e não reembolsar, não pegar o dinheiro de volta para os investidores e, a Infinita ficar com o dinheiro? Seria como se a HabitaSec concordasse em que ela própria fosse fraudada, que concordasse em ser credora de algo que não estava previsto. O argumento não faz sentido.
 
Com relação à Cartesia, ela é uma gestora e que não tem nenhuma relação com a HabitaSec ou atualmente com o fundo. A grande questão é o dever legal e contratual da Infinita de pagar a dívida que ela tomou. Ela recebeu o dinheiro e não pagou. Então, nada disso afasta essa dívida.
 
Com relação aos adquirentes, no final, o que aconteceu foi que a Infinita lesou essas pessoas porque comercializou os apartamentos sem poder vender dessa forma. Então, ela vendeu como se fosse 100% proprietária, mas, na verdade, ela não era, porque tinha uma alienação fiduciária e embolsou esse dinheiro. Ou seja, deu um golpe nos adquirentes e agora está tentando utilizar esses adquirentes contra a HabitaSec para que a securitizadora não receba o seu crédito e que ela consiga dar esse calote até o final.
 
O que é importante é que a Infinita tomou uma dívida e não pagou. A Infinita precisa adimplir a dívida dela e, para fazer isso, é necessário fazer o leilão, mecanismo legal previsto para esses casos. E os terceiros adquirentes que compraram e pagaram para a Infinita e não para o fundo, têm uma demanda contra a incorporadora. São eles que devem ser cobrados."
 
Confira a nota da Infinita Incorporações na íntegra: 
"A Infinita Incorporações, vem a público contestar, de forma veemente, as alegações divulgadas pela Habitasec, por conterem informações parciais, distorcidas e incompatíveis com o conjunto probatório constante nos processos judiciais em curso.
Diferentemente do que foi afirmado, há documentação robusta que comprova:
* Ingerência indevida de agentes do fundo e da securitizadora na gestão das SPEs da Infinita;
* Omissão de fatos relevantes ao mercado, incluindo pedidos de falência e decisões judiciais que impactam operações de CRI, elementos suficientes para representação à CVM;
* Inclusão irregular de unidades quitadas como garantias;
* Indícios de uso de recursos vinculados à operação para campanhas de mídia negativa contra a incorporadora;
* Troca de construtora sem transparência e sem mitigação dos riscos;
* Ameaças e condutas intimidatórias documentadas;
* Prejuízos a adquirentes, inclusive com leilões suspensos por decisão judicial;
 
Vale ressaltar que a única razão pela qual a Infinita ingressou na Justiça foi para proteger os adquirentes, a quem faz questão de honrar. Por isso, se coloca à disposição de todos para defender a causa deles, apoiar integralmente os clientes e demonstrar, com provas, a verdade dos fatos. Ao contrário da Habitasec, que tenta realizar leilões de forma apressada, pouco transparente e sem a devida publicidade, buscamos expor ao Judiciário toda a situação em defesa dos adquirentes.
 
A Infinita reafirma seu compromisso com a transparência, com a proteção dos adquirentes e com o respeito às regras do mercado de capitais.
 
Por fim, reitera-se que a empresa seguirá colaborando com as autoridades competentes e adotará todas as medidas judiciais e extrajudiciais cabíveis para resguardar seus direitos, a verdade dos fatos e a segurança jurídica de seus clientes e parceiros."

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