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Publicada em 04 de Junho de 2024 às 15:38

Operação de usina eólica em Santana do Livramento é mantida para junho

Projeto é desenvolvido pela CGT Eletrosul

Projeto é desenvolvido pela CGT Eletrosul

ALESSANDRO TACIRO/DIVULGAÇÃO/JC
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Jefferson Klein
Jefferson Klein Repórter
Apesar de todos os impactos causados na área de infraestrutura com as chuvas que assolaram o Rio Grande do Sul, a CGT Eletrosul (subsidiária da Eletrobras) mantém a previsão do início gradativo da operação comercial do parque eólico Coxilha Negra 2, em Santana do Livramento, a partir deste mês de junho. Em fevereiro, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) liberou o início da operação em teste dos primeiros aerogeradores da usina e em março foi obtida a licença de operação (LO) do Ibama, com validade de dez anos.
Apesar de todos os impactos causados na área de infraestrutura com as chuvas que assolaram o Rio Grande do Sul, a CGT Eletrosul (subsidiária da Eletrobras) mantém a previsão do início gradativo da operação comercial do parque eólico Coxilha Negra 2, em Santana do Livramento, a partir deste mês de junho. Em fevereiro, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) liberou o início da operação em teste dos primeiros aerogeradores da usina e em março foi obtida a licença de operação (LO) do Ibama, com validade de dez anos.
Atualmente, conforme informações da empresa, 23 aerogeradores estão liberados para testes na usina Coxilha Negra 2, que contará com 24 aerogeradores com potência individual de 4,2 MW, totalizando 100,8 MW (o que corresponde a cerca de 2,5% da demanda média de energia do Rio Grande do Sul). O parque Coxilha Negra 2 integrará um conjunto de três usinas (juntamente com Coxilha Negra 3 e 4), que tem o começo da operação comercial estimado para ocorrer em 2024. O empreendimento total terá 72 aerogeradores e receberá um investimento calculado em mais de R$ 2 bilhões.
De acordo com dados da Aneel, além da capacidade de geração de 100,8 MW do parque Coxilha Negra 2 que será agregada em junho ao sistema elétrico nacional, mais 97 MW da usina Coxilha Negra 4 deverão ser acrescidos até o final de dezembro deste ano. O órgão regulador prevê um incremento de 240 MW na potência de produção de energia no Rio Grande do Sul, levando em consideração todos os projetos a serem implantados no Estado ao longo de 2024.

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