O governador Eduardo Leite (PSDB) indicou nesta terça-feira (25) o nome do advogado Fernando Lemos para ocupar a presidência do Banrisul, em substituição ao economista Cláudio Coutinho. Lemos volta à função depois de passar por um processo de avaliação na Assembleia Legislativa, após ter exercido o cargo entre 2003 e 2010.
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Lemos foi filiado ao MDB, do vice-governador Gabriel Souza, até 2010, ano em que deixou a presidência do Banrisul. Esteve à frente da instituição durante os governos Germano Rigotto (MDB, 2003-2006) e Yeda Crusius (PSDB, 2007-2010).
Ao anunciar o nome do substituto, o governador destacou o papel cumprido por Coutinho desde 2019 à frente da instituição financeira. “O Claudio Coutinho trouxe para o banco uma larga experiência nos setores público e privado e cumpriu com dedicação e qualidade técnica a missão, garantindo que o banco consolidasse a sua trajetória de solidez. Foi um período em que o Banrisul se colocou ao lado das necessidades do povo gaúcho”, disse.
Segundo Leite, a substituição, além de manter a trajetória recente de melhoria na prestação de serviços, tem como objetivo acelerar a aproximação do Banrisul da estratégia de desenvolvimento do Rio Grande do Sul. “O Fernando Lemos nos ajudará a ampliar a presença no banco, em sintonia com os nossos planos de acelerar o apoio à atividade produtiva a partir do financiamento, uma das prioridades da atual gestão”, explicou.
Lemos formou-se em Direito pela Universidade de Brasília (UnB) em 1986. Foi presidente da extinta Caixa Econômica Estadual entre 1990 e 1991 e diretor do próprio Banrisul entre 1996 e 1999, antes de assumir a presidência da instituição nos governos Germano Rigotto e Yeda Crusius. Atualmente, ocupa o cargo de desembargador do Tribunal de Justiça Militar do Rio Grande do Sul.
Segundo Leite, a substituição, além de manter a trajetória recente de melhoria na prestação de serviços, tem como objetivo acelerar a aproximação do Banrisul da estratégia de desenvolvimento do Rio Grande do Sul. “O Fernando Lemos nos ajudará a ampliar a presença no banco, em sintonia com os nossos planos de acelerar o apoio à atividade produtiva a partir do financiamento, uma das prioridades da atual gestão”, explicou.
Lemos formou-se em Direito pela Universidade de Brasília (UnB) em 1986. Foi presidente da extinta Caixa Econômica Estadual entre 1990 e 1991 e diretor do próprio Banrisul entre 1996 e 1999, antes de assumir a presidência da instituição nos governos Germano Rigotto e Yeda Crusius. Atualmente, ocupa o cargo de desembargador do Tribunal de Justiça Militar do Rio Grande do Sul.
Antes de efetivamente voltar a assumir a presidência do Banrisul, Lemos deve passar por uma sabatina na Comissão de Finanças, Planejamento, Fiscalização e Controle da Assembleia Legislativa, nos mesmos moldes das arguições pelas quais passaram os indicados do governo para o Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) e o Badesul.
Após a sabatina, será definido um relator, que irá produzir um relatório da sabatina sinalizando a aprovação ou rejeição da indicação. Em seguida, a comissão vota este relatório. Caso aprovado, o relatório será votado pelos deputados em plenário.
Contatado pelo Jornal do Comércio, Lemos afirmou não estar concedendo entrevistas em respeito ao processo pelo qual será submetido na Assembleia. Passada a sabatina, disse que atenderá à imprensa.


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