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Patrimônio

- Publicada em 11h10min, 15/07/2021. Atualizada em 18h37min, 15/07/2021.

Prédio da Secretaria de Segurança Pública do RS deve ser demolido

Bombeiros ainda trabalhavam nesta manhã para apagar focos de incêndio

Bombeiros ainda trabalhavam nesta manhã para apagar focos de incêndio


LUIZA PRADO/JC
Diego Nuñez
O governador do Rio Grande do Sul Eduardo Leite (PSDB) e outras autoridades do Estado concederam entrevista coletiva na manhã desta quinta-feira (15) após verificarem a situação do prédio da Secretaria de Segurança Pública (SSP) em Porto Alegre, destruído em um incêndio na noite dessa quarta-feira.
O governador do Rio Grande do Sul Eduardo Leite (PSDB) e outras autoridades do Estado concederam entrevista coletiva na manhã desta quinta-feira (15) após verificarem a situação do prédio da Secretaria de Segurança Pública (SSP) em Porto Alegre, destruído em um incêndio na noite dessa quarta-feira.
Leite se reuniu antes com integrantes do governo do Estado para avaliar as providências a serem tomadas. Dois bombeiros que entraram no prédio para combater as chamas estão desaparecidos. O governo também admitiu dificuldades em combater fogo em prédios mais altos.
Leite disse que a prioridade é localizar os bombeiros que estão desaparecidos. O fogo teria começado por volta das 21h30 no quarto andar do prédio, que também sediava a parte administrativa de outros órgãos, como o Departamento de Trânsito do Rio Grande do Sul (Detran-RS) e o Instituto Geral de Perícias (IGP). 
Segundo o vice-governador Ranolfo Vieira Júnior (PTB), quando o incêndio começou, estavam no prédio cerca de 40 a 50 servidores e todos saíram. 
Foi durante o processo de evacuação do local e na garantia de que os primeiros agentes do corpo de bombeiros que chegaram ao local para conter as chamas recuassem em segurança que 1º Tenente Deroci de Almeida da Costa, e o 2º Sargento Lúcio Ubirajara de Freitas Munhós, servidor do Comando-Geral da Corporação que estava fora de serviço e se deslocou voluntariamente para auxiliar os colegas, foram dados como desaparecidos.
Apesar de grande parte da estrutura administrativa da segurança do Estado estar sediada no prédio, o incêndio não incapacitou o sistema de integração da segurança gaúcha. "Não há grandes prejuízos ao sistema de integração”, disse Ranolfo ao comentar sobre os serviços que eram localizados no local. Leite completou: "Integração é uma cultura, esforço de governança, que transcende um prédio".
O vice-governador disse que “a ideia é colocar o prédio abaixo, fazer a demolição total do prédio, para construir nova secretaria”. Sobre as causas do incêndio, ele acredita não ser criminoso. “Nada leva a crer que possa ser incêndio criminoso, no entanto, em momento inicial, não podemos descartar está hipótese”, afirmou. 
O comandante geral do Corpo de Bombeiros, Cesar Bonfanti, explicou que a dificuldade para controlar as chamas não ocorreu por questão de mangueiras, como em incêndios anteriores. "É histórico que temos dificuldade ao combate a incêndios em prédios altos por conta da viatura. Fizemos investimento de R$ 8 milhões para adquirir novas viaturas vindas da Espanha, que devem chegar no final do ano", disse Bonfanti. 
Ainda há focos de incêndio no local e está sendo feita a análise de risco de colapso da estrutura para que se possa fazer a entrada no prédio.
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