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01/07/2018 - 21h47min. Alterada em 01/07 às 21h41min

Idade média para ganhar primeiro celular é nove anos

Jimena destaca projeto do Google

Jimena destaca projeto do Google


/GOOGLE/DIVULGAÇÃO/JC

A adoção das novas tecnologias acontece de forma cada vez mais precoce. Nos restaurantes e aviões, nada consegue deixar as crianças mais entretidas e calmas do que um tablet com desenho animado à sua frente. Os pré-adolescentes também vivem imersos nos seus gadgets.

A adoção das novas tecnologias acontece de forma cada vez mais precoce. Nos restaurantes e aviões, nada consegue deixar as crianças mais entretidas e calmas do que um tablet com desenho animado à sua frente. Os pré-adolescentes também vivem imersos nos seus gadgets.

Pesquisas apontam que 91% das pessoas de nove a 17 anos acessam internet pelos seus smartphones próprios, o que representa um universo de 22 milhões de usuários. Cinco anos atrás, esse índice era de 21%. "Nove anos é a idade média que as crianças ganham seu dispositivo próprio para acessar internet; e precisamos garantir que, quando isso acontecer, eles estejam preparados e confiantes para usufruir do que a internet tem de melhor", destaca a gerente de marketing do Google, Jimena Tomás.

Por isso, além do trabalho que tem feito com algumas escolas para oferecer tecnologia e suporte para a sala de aula, a multinacional acaba de lançar o projeto Seja Incrível na Internet, uma combinação de game interativo com treinamentos e material didático gratuito sobre segurança on-line, cidadania digital e ferramentas para melhorar a relação das crianças com o mundo conectado. Ao acessar o site g.co/sejaincrivelnainternet, os pais e educadores terão acesso a materiais. A ideia é impactar 500 mil pais e professores no Brasil.

Uma pesquisa do Google em 2017 mostrou que 40% dos pais dizem que o seu maior medo neste mundo digital é o contato dos filhos com estranhos na internet. Guilherme Dalla Rosa Osorio, o pai do Leonardo e da Isabela, afirma que o uso equilibrado e seguro da internet é uma preocupação constante. "A tecnologia tem um apelo muito forte, mas tentamos fazer com que eles não fiquem o dia todo no computador. Eu jogo bola e brinco de boneca e de carrinho com eles", comenta.