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Porto Alegre, domingo, 06 de maio de 2018.

Jornal do Comércio

Colunas

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Roberto Brenol Andrade

Palavra do Leitor

Notícia da edição impressa de 07/05/2018. Alterada em 06/05 às 21h54min

Foro privilegiado

O artigo 5º da Constituição Federal de 1988 diz que "Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade". Mas o Supremo Tribunal Federal (STF), agindo como legislador, decidiu que só deputados e senadores, ou 594 políticos, deixam de ter foro privilegiado. Ora, se resolveram legislar, os ministros da Suprema Corte deveriam estender a mesma decisão para todos os cargos públicos. Esta pífia restrição propicia que mais 38,5 mil agentes públicos federais, estaduais e municipais, incluindo governadores, prefeitos, secretários, conselheiros, delegados, entre outros, continuem sendo mais iguais que outros. Pode? (Gilberto Simões Pires, jornalista)
Nome de avenida
Tem gente que não está conseguindo dormir desde que o Tribunal de Justiça do RS decidiu anular a votação irregular da Câmara de Vereadores de Porto Alegre, fazendo com que a importante avenida retornasse à sua antiga denominação, avenida Marechal Castelo Branco, ex-presidente da República. Gostaria de saber o porquê eles pensam, por exemplo, do homenageado na escolha do nome do importante viaduto da III Perimetral, que passa sobre a Benjamin Constant, que foi decidido pelo prefeito da época, Tarso Genro, batizando a referida obra com o nome de seu falecido secretário particular e coordenador de sua campanha política, senhor José Eduardo Utzig? Com todo o respeito, não sei, e acho que quase ninguém sabe, quais os importantes legados o homenageado deixou para a nossa Capital, a tal ponto de merecer essa importante distinção honorífica! Lembrando, por oportuno, que Castelo Branco foi um importante militar brasileiro que, inclusive, combateu o fascismo na Itália, com a Força Expedicionária Brasileira (FEB). (Manoel L. S. dos Santos)
Denúncias
Denunciar assédio, seja de que tipo for, virou uma rotina. Ainda bem, pois o que tem de gente se disfarçando de treinador disso ou daquilo para ficar bem próximo de adolescentes, meninos e meninas, é de espantar. (Nelson Fiori)
Respeitar o povo
O Império Romano ruiu, desmoronou, por falta de mão dos seus mandatários, atingindo a base da pirâmide. A Revolução Francesa (14/07/1789) adveio pelo fato de que os mandatários pensavam unicamente neles. O povo era esquecido, desprezado. Pois o povo cansou e tomou a iniciativa de fazer o que fizeram naquela data, hoje, tão querida pelo povo francês, até é feriado na data. Salvo melhor juízo (e será que sou o único a pensar assim?), hoje temos as duas situações no Brasil. Qualquer animal acuado, por mais querido que seja, avança contra o próprio dono! É de bom alvitre passar a respeitar o povo, o contribuinte compulsório. (Luiz Antônio Colussi)
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