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Porto Alegre, quinta-feira, 03 de maio de 2018.

Jornal do Comércio

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Roberto Brenol Andrade

Palavra do Leitor

Notícia da edição impressa de 04/05/2018. Alterada em 03/05 às 21h06min

Desigualdade no Brasil 

Existe uma história inventada de que os governos Lula e Dilma (PT) diminuíram a desigualdade no País. A desigualdade aumentou em todas as pesquisas feitas. Quem diz isso não sou eu, nem o IBGE, ou o IPEA, mas Thomas Piketty, o grande teórico, economista neomarxista dos tempos modernos. Está nos jornais: os 10% mais ricos da população, que em 2003 ficavam com 51% da renda, em 2017 atingiram 55% da renda. Em 2005 havia 5 milhões de famílias no Bolsa Família; em 2015 eram 15 milhões. Onde é que diminuiu a pobreza? Na campanha nacional Natal Sem Fome, artistas vinculados à oposição ao presidente Michel Temer (PMDB) tiraram foto com um prato vazio, dizendo que agora voltou a fome no Brasil. Tomei a iniciativa de pedir à Unesco, que patrocinou essa propaganda, que me informasse quando tinha aumentado o número de pessoas passando fome. Em nosso governo não foi, porque a situação melhorou e diminuiu o número de pessoas passando fome. A Unesco informou que eram dados da FAO de 2013, quando o PT presidia o País. O presidente Temer só assumiu em maio de 2016. Portanto, os programas sociais avançaram. O emprego voltou a crescer, o País retoma o seu desenvolvimento. (Osmar Terra, deputado federal, PMDB)
Mário Barbará
Foi-se o homem das Califórnias Mário Barbará. Um dos músicos e compositores mais criticados e prestigiados do seu tempo. Pode-se dizer até injustiçado por muitos, reconhecido por muitos outros. Muitos, como eu, que não entendiam o que o Barbará queria cantar, não entendíamos a sua mensagem. Mário Barbará não cantava o presente, cantava a tristeza do futuro e o que sobraria de nós. Sempre à frente do seu tempo. Quando me encontrei "no Cais do Porto", somente aí entendi sua mensagem. "Nunca mais será, mais o que foi..." Não compreendíamos, muito menos que éramos pingentes nas ruas da Capital". E éramos: pingentes. Enfeites de um tempo que ia se indo... Nascendo outros valores... Se foi, bem dizer, um mocito que cantava bem além do seu tempo... E hoje todos entendem seu canto. (Olavo Saldanha do Prado Lima, advogado, Livramento/RS)
Banrisul
Sou fiel cliente do Banco do Estado do Rio Grande do Sul S. A. há mais de 50 anos. Lembro-me da sensação de manusear o primeiro talão de cheques e de receber a caderneta de poupança, cujas anotações eram consignadas de próprio punho, pelos dedicados funcionários. Quando prefeito, sempre recusei transferir a conta do município a outros estabelecimentos. Assim, é com pesar que assisto à progressiva privatização desse patrimônio inestimável, não só da economia, quanto dos próprios valores históricos de nosso Estado. (Fernando Wunderlich, advogado, Rio Pardo/RS) 
Drogas 
As drogas tomaram conta do Brasil. Diariamente são presas gangues que traficam drogas e vendem, com lucro. (Roberto Euriques)
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