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Porto Alegre, quinta-feira, 05 de abril de 2018.

Jornal do Comércio

Economia

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aviação

Notícia da edição impressa de 05/04/2018. Alterada em 05/04 às 02h36min

Transporte aéreo de carga cresce 6,8% em fevereiro, diz Iata

Procura pelos serviços superou a capacidade dos cargueiros

Procura pelos serviços superou a capacidade dos cargueiros


/GILMAR LUÍS/arquivo/JC
A demanda mundial por transporte aéreo de cargas, medida em toneladas-quilômetro (FTK, na sigla em inglês), aumentou 6,8% em fevereiro ante igual mês de 2017, informou a Associação Internacional de Transporte Aéreo (Iata, na sigla em inglês). Ajustando os dados por potenciais distorções provocadas pelo Ano Novo chinês e combinando os crescimentos de janeiro e fevereiro, o indicador mostrou alta de 7,7%, configurando o melhor começo de ano desde 2015.
Já a oferta global por transporte aéreo de cargas, apurada em toneladas-quilômetro disponíveis (AFTK, na sigla em inglês), subiu 5,6% na base anual em fevereiro. "O crescimento da demanda superou o da capacidade pelo 19º mês consecutivo, o que é positivo para os yields das aéreas e para o desempenho financeiro da indústria", aponta a Iata, em nota.
Contudo, a associação destaca que, apesar do forte avanço dos indicadores, o transporte aéreo de cargas pode enfrentar alguns desafios em 2018. A Iata cita, por exemplo, a eventual escalada das medidas protecionistas para uma guerra comercial entre países.
Além disso, a avaliação é de que o melhor momento da retomada do transporte aéreo de cargas pode já ter ficado para trás. Um sinal disso são os drivers da demanda do segmento - como o índice de gerentes de compras (PMI) para manufaturas e pedidos para exportação -, que já têm se afastado dos níveis observados no ano passado.
Na abertura por regiões, todas mostraram aumento da demanda global por transporte aéreo de carga durante o mês de fevereiro. Na América Latina, o indicador mostrou aumento de 8,7% em fevereiro, enquanto a capacidade subiu 6,9%, ambas as comparações na base anual.
De acordo com a Iata, o movimento de retomada nos últimos 18 meses reflete os sinais de recuperação no Brasil, maior economia da região.
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