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Porto Alegre, terça-feira, 03 de abril de 2018.

Jornal do Comércio

Economia

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Agronegócios

Notícia da edição impressa de 04/04/2018. Alterada em 03/04 às 21h41min

Tupanciretã sediará a 11ª Abertura da Colheita da Soja

Na próxima sexta-feira, acontece a Abertura Oficial da Colheita da Soja do Rio Grande do Sul. O evento, que se encontra na sua 11ª edição, será realizado no município de Tupanciretã, na altura do km 1, na RSC-392. O município tem a maior área plantada do Estado, com 149 mil hectares. Para a safra 2017/2018, a previsão é de que sejam colhidas aproximadamente 500 mil toneladas no município, o que representa uma média de 55 sacas de soja por hectare.
A estimativa é que a recepção dos convidados aconteça às 9h30min, o cerimonial de Abertura da Colheita da Soja, às 10h, e que às 11h se inicie o pronunciamento das autoridades. O governador José Ivo Sartori estará presente.
 

Safra de trigo no Rio Grande do Sul deve ter manutenção de área

O Rio Grande do Sul deve ao menos manter a mesma área para o plantio da safra de trigo neste ano. A expectativa é da Federação das Cooperativas Agropecuárias do Estado do Rio Grande do Sul (Fecoagro/RS). A perspectiva alinhada com o levantamento de março da Conab, que estimou uma igualdade na área em 699,2 mil hectares, o mesmo número de 2017.
Segundo o presidente da Fecoagro/RS, Paulo Pires, apesar do descontentamento do produtor em relação à cultura, ele tem a consciência clara de que é necessária a manutenção de uma cultura de inverno para produzir grãos. "O produtor, no nosso entender, e alinhado com o que consultamos das áreas técnicas das cooperativas, quer um trigo produtivo, que não tenha muita exigência em termos de diversidade da qualidade que os moinhos têm exigido no momento da comercialização", observa.
Pires ressalta que, além da manutenção de área, há uma perspectiva de melhoria nos preços, que vem sendo um dos principais problemas que o setor enfrentou nas duas últimas safras, especialmente em 2016, quando os triticultores experimentaram uma safra normal, sem quebra e com a qualidade exigida, mas a valorização não veio. "Esperamos que neste período os custos não subam muito e que sejam compatíveis com as persspectivas de renda da atividade", salienta.
Outra perspectiva apontada pelo presidente da FecoAgro/RS é que o projeto em conjunto com a Embrapa Trigo que objetiva criar alternativas de plantio para a cultura comece a dar resultados junto ao produtor. Pires reforça, no entanto, que ainda há muito espaço para o trigo pão. "Temos produtores que em regiões mais próximas de moinhos tradicionais vão plantar o trigo pão. Inclusive este é um dos objetivos do projeto, o de fomentar o trigo para exportação ajudando melhorar os preços de quem optou pelo trigo pão. Se enxugarmos um volume de um milhão de toneladas de trigo em um ano de safra normal e, dentro da relação de oferta e demanda, tirar este excedente do mercado, valorizamos o trigo pão também", explica.
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