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Porto Alegre, sexta-feira, 08 de setembro de 2017. Atualizado às 16h44.

Jornal do Comércio

Expointer 2017

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Agronegócios

01/09/2017 - 15h41min. Alterada em 01/09 às 15h48min

Apenas bovinocultura tem alta entre quatro principais atividades pecuárias no RS, aponta FEE

Vacas da raça holandesa semi confinada. Bovinocultura de leite. Divulgação Languiru

No primeiro semestre de 2017, houve redução nos volumes das carnes bovina (-19,1%)


LANGUIRU/DIVULGAÇÃO/JC
Um levantamento divulgado nesta sexta-feira (1º) pela Fundação de Economia e Estatística (FEE) e a Secretaria da Agricultura, Pecuária e Irrigação (Seapi) apontaram que, das quatro principais atividades pecuárias dedicadas à produção de carne, apenas a bovinocultura registrou crescimento no primeiro semestre deste ano em relação ao primeiro semestre de 2016, com alta de 3,2%.
Os dados fazem parte da primeira edição da pesquisa Estatísticas da Proteína Animaldo Rio Grande do Sul e foram divulgados durante o Painel do agronegócio do RS, na Expointer, feira que ocorre até este domingo no Parque Estadual de Exposições Assis Brasil, em Esteio.
Segundo a FEE, os resultados expressos nas estatísticas de animais guiados para abate no Rio Grande do Sul, referentes ao primeiro semestre de 2017, refletem o quadro de dificuldades conjunturais a que está submetida a cadeia produtiva da proteína animal no Brasil.
O número de frangos guiados para abate recuou 8,1%, enquanto o de suínos e o de ovinos registraram quedas de 5,6% e 20,3% respectivamente. "O cenário econômico nacional continua marcado pela incerteza da recuperação do ritmo de atividade, pela contração da massa salarial e pela elevada taxa de desemprego. Esses são condicionantes importantes para a determinação do nível de demanda interna por proteínas de origem animal", pondera o economista Rodrigo Feix, Coordenador do Núcleo de Estudos do Agronegócio (FEE).
No setor externo, importante fonte de demanda da produção gaúcha de carnes, o desempenho também foi inferior ao registrado no primeiro semestre de 2016. Assim, o mercado internacional não se constituiu em um vetor de compensação da perda de dinamismo do mercado interno.
No primeiro semestre de 2017, houve redução nos volumes das carnes bovina (-19,1%), suína (-11,0%) e de frango (-5,1%) embarcadas a partir do Rio Grande do Sul. Para Feix, a valorização cambial, a operação Carne Fraca e a suspensão das importações de carne bovina fresca pelos Estados Unidos foram eventos que afetaram adversamente a competitividade das indústrias brasileira e gaúcha de carnes nos seis primeiros meses do ano”.
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