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Porto Alegre, sexta-feira, 07 de abril de 2017. Atualizado às 00h01.

Jornal do Comércio

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cinema

Notícia da edição impressa de 07/04/2017. Alterada em 06/04 às 17h24min

Um negro em constante movimento

No documentário, Antonio Pitanga e Bethania lembram do namorico da juventude na Bahia

No documentário, Antonio Pitanga e Bethania lembram do namorico da juventude na Bahia


MATHEUS BRANT/DIVULGAÇÃO/JC
Caroline da Silva
Uma menina cresce em meio a um ambiente de artistas, brincando com o irmão em bastidores e sets de filmagem. No fim da adolescência, estreia na televisão o que seria uma promissora carreira de atriz. Camila Pitanga se criou ouvindo as histórias de um verdadeiro griô (Griot é como são chamados, em alguns povos da África, os contadores de histórias, com a função de preservar a memória de sua gente). A comparação veio do depoimento da poeta e atriz Elisa Lucinda no documentário Pitanga.
Madura, Camila resolve homenagear em vida aquele que lhe deu um nome, uma tradição e uma veia artística. Para codirigir com ela o título, chamou o cineasta de ficção Beto Brant, com quem havia trabalhado em Eu receberia as piores notícias dos seus lindos lábios (2012). Sem a presença física e a alegria contumaz de Antonio Pitanga, o filme não existiria. É ele que conduz a narrativa; a câmera e a equipe simplesmente o seguem. Em função disso, a assinatura do roteiro da produção é tão grande: Brant, Camila, José Carlos Avellar (crítico de cinema falecido no ano passado), Juliana Munhoz (montadora), Marçal Aquino (jornalista e escritor) e Xarlô (diretor de arte).
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