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Publicada em 22 de Novembro de 2025 às 10:26

Zucco emite nota sobre prisão de Bolsonaro: 'Revolta e senso de injustiça'

Zucco diz que vai a Brasília para acompanhar de perto o desenrolar da medida do STF

Zucco diz que vai a Brasília para acompanhar de perto o desenrolar da medida do STF

Divulgação/JC
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A prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), determinada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, após pedido da Polícia Federal (PF), teve reação imediata da base de apoio do político. O deputado federal Luciano Zucco (PL-RS), líder da Oposição na Câmara dos Deputados, emitiu nota no começo da manhã deste sábado (22) indicando "profunda indignação e enorme tristeza" com a medida do STF. 
A prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), determinada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, após pedido da Polícia Federal (PF), teve reação imediata da base de apoio do político.deputado federal Luciano Zucco (PL-RS), líder da Oposição na Câmara dos Deputados, emitiu nota no começo da manhã deste sábado (22) indicando "profunda indignação e enorme tristeza" com a medida do STF. 
"É impossível descrever o que sentimos neste momento: revolta, perplexidade e um senso de injustiça que ultrapassa qualquer limite aceitável dentro de um Estado de Direito", reagiu o parlamentar, na nota. Zucco, que é pré-candidato ao governo gaúcho, informou que vai a Brasília acompanhar o desenrolar da prisão.
"Trata-se de mais um capítulo na escalada de arbítrio conduzida pelo ministro Alexandre de Moraes — uma decisão que afronta a Constituição, a lógica jurídica e a própria humanidade", acrescentou Zucco, criticando a atitude e alegando que Bolsonaro "jamais cometeu crime algum, que sempre se colocou à disposição das autoridades, e que hoje enfrenta um quadro de saúde gravíssimo".
"É simplesmente abominável. Bolsonaro sofre as sequelas permanentes da facada que quase o matou (referência ao episódio de 2018, um pouco antes da eleição presidencial) — e que se agravaram recentemente, com cirurgias delicadas, crises de soluço, episódios de vômito e limitações físicas severas. Submeter um ser humano nessas condições a um regime fechado não é apenas injusto: é desumano. Se algo acontecer ao presidente sob a custódia do Estado, essa responsabilidade será direta, objetiva e inesquecível", narrou o deputado. 

"Não ficaremos calados. Não aceitaremos que o Brasil seja transformado em um país onde a vingança política suplanta a lei, onde decisões monocráticas se sobrepõem às garantias constitucionais, e onde opositores são tratados como inimigos", completa o parlamentar.

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