Os indígenas marcham nesta segunda-feira (17), em Belém, em pedido de demarcação de terras como proteção dos biomas e dos povos tradicionais que defendem as florestas e os rios.
A violência causada pelos conflitos territoriais com fazendeiros e garimpeiros foi abordada no ato. O caso mais recente, citado na marcha, foi de um indígena guarani-kaiowá, morto neste domingo (16) na comunidade de Pyelito Kue, em Iguatemi no Mato Grosso do Sul (MS).
O território é alvo de conflitos fundiários e passou por um processo recente de retomada (reocupação) por parte dos guaranis-kaiowás. Além da morte de Vicente Fernandes Vilhalva Kaiowá e Guarani, 36, outros quatro indígenas ficaram feridos no ataque.
Folhapress