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Publicada em 07 de Fevereiro de 2025 às 18:20

Fepam avalia retorno da mineração de areia em 2025

Informações foram apresentadas em discussão na Câmara Municipal de Porto Alegre

Informações foram apresentadas em discussão na Câmara Municipal de Porto Alegre

CMPA/Divulgação/JC
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Ana Carolina Stobbe
Ana Carolina Stobbe Repórter
A Fundação Estadual de Proteção Ambiental (Fepam) avalia a possibilidade do retorno da mineração de areia em Porto Alegre em 2025. A atividade está suspensa desde 2003, quando a justiça proibiu a concessão de licenças ambientais para empresas mineradoras até a conclusão do zoneamento ecológico-econômico. A elaboração do documento está em fase final e ele deverá ser publicado ainda no primeiro trimestre do ano. 
Fundação Estadual de Proteção Ambiental (Fepam) avalia a possibilidade do retorno da mineração de areia em Porto Alegre em 2025. A atividade está suspensa desde 2003, quando a justiça proibiu a concessão de licenças ambientais para empresas mineradoras até a conclusão do zoneamento ecológico-econômico. A elaboração do documento está em fase final e ele deverá ser publicado ainda no primeiro trimestre do ano
As informações foram divulgadas durante reunião das frentes parlamentares do Desenvolvimento Hidroviário, de Dragagem e Mineração e de Esportes Náuticos da Câmara Municipal de Porto Alegre. Na ocasião, participaram representantes do governo estadual, como o secretário-chefe da Casa Civil, Arthur Lemos, e de municípios afetados pelas cheias ocorridas em maio passado no Rio Grande do Sul. Assim, outros tópicos também foram discutidos. 
Outra novidade apresentada foi a possibilidade de uma parceria entre a Portos RS e a Secretaria Municipal de Educação para que os estudantes da rede pública de ensino possam conhecer melhor a atividade portuária da Capital, replicando uma iniciativa bem sucedida em Rio Grande. "Muitos porto-alegrenses não conhecem a atividade portuária de Porto Alegre. O porto não é o Cais Embarcadero e o Cais Mauá, eles tem um papel importante na questão turística, gastronômica e no desenvolvimento econômico, mas o porto é muito mais que isso", avalia o vereador Moisés Barboza (PSDB), que presidiu o encontro. 
Um dos pontos centrais do debate foi a discussão sobre o desassoreamento e a dragagem dos cursos d'água de Porto Alegre. Segundo Moisés, a falta dessas ações tem impedido trabalhadores portuários de exercerem suas atividades após a enchente. Nesse sentido, um dos encaminhamentos propostos foi o de questionar a justiça quanto à proibição da retirada dos rejeitos remanescentes das atividades de dragagem dos cursos d'água. 

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