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Publicada em 29 de Maio de 2026 às 17:42

Desafios da educação e infraestrutura dominam debates

Dieter, reitor da Unijuí, falou sofre o déficit de aprendizagem dos estudantes brasileiros

Dieter, reitor da Unijuí, falou sofre o déficit de aprendizagem dos estudantes brasileiros

Tânia Meinerz/JC
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Luciane Medeiros
Luciane Medeiros Editora
De Ijuí

Durante a participação da plateia no Mapa Econômico do RS na noite de quinta-feira em Ijuí (28), os problemas de infraestrutura e qualificação de mão de obra voltaram a ser citados como entraves ao desenvolvimento regional. O reitor da Unijuí, Dieter Rugard Siedenberg, falou sobre o déficit de aprendizagem dos estudantes brasileiros. “O exame do Pisa, realizado a cada três anos, mostra que os brasileiros têm uma dificuldade muito grande de lidar com questões como a Matemática, na qual 66% dos jovens não conseguem atingir a nota 2 no teste. Em Português, 65% dos alunos não conseguem atingir a nota 2, e em Ciências o cenário é muito parecido. Esses jovens chegam à universidade e muitos estudam em instituições que qualificam baseadas no lucro, e não na qualidade”, disse, complementando que isso afeta a formação dos futuros profissionais.
De Ijuí
Durante a participação da plateia no Mapa Econômico do RS na noite de quinta-feira em Ijuí (28), os problemas de infraestrutura e qualificação de mão de obra voltaram a ser citados como entraves ao desenvolvimento regional. O reitor da Unijuí, Dieter Rugard Siedenberg, falou sobre o déficit de aprendizagem dos estudantes brasileiros. “O exame do Pisa, realizado a cada três anos, mostra que os brasileiros têm uma dificuldade muito grande de lidar com questões como a Matemática, na qual 66% dos jovens não conseguem atingir a nota 2 no teste. Em Português, 65% dos alunos não conseguem atingir a nota 2, e em Ciências o cenário é muito parecido. Esses jovens chegam à universidade e muitos estudam em instituições que qualificam baseadas no lucro, e não na qualidade”, disse, complementando que isso afeta a formação dos futuros profissionais.
O prefeito de Jóia, Dionei Lewandowski, ressaltou a importância do entendimento em relação à responsabilidade de fomentar o desenvolvimento através da qualificação da mão de obra. “O poder público sozinho não consegue fazer tudo. Jóia é um município pequeno e estamos tentando criar condições, com a aproximação do Sistema S, para qualificar a mão de obra”, afirmou. 
Representando a cidade de Marau, Fernanda Pinheiro Brocco, diretora-geral da Secretaria de Inovação, Trabalho e Desenvolvimento Econômico, apontou como um dos principais desafios a questão da infraestrutura. “Temos a ERS-324, que encarece a questão logística das indústrias e do agro”, disse. Sobre a mão de obra, ela chamou a atenção para a importância de discutir as habilidades sociais dos jovens, as chamadas soft skills. “Estamos vendo uma geração que está aí com muitas oportunidades de educação e qualificação. As questões das habilidades precisam ser olhadas”, destacou.

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