Mapear a economia do Rio Grande do Sul é desafiador, afinal é muito diversa. E é um desafio que o Jornal do Comércio se propõe a fazer com o Mapa Econômico do RS, que em 2026 chega à quarta temporada. Na noite desta quarta-feira (15), o município de Cachoeira do Sul recebeu o segundo evento do ano. Nesta edição são atendidas as regiões Centro, Vale do Rio Pardo, Vale do Taquari, Vale do Jaguari e Jacuí Centro.
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No palco da Sociedade Rio Branco, o editor-chefe do Jornal do Comércio, Guilherme Kolling, apresentou a iniciativa, destacando a presença de novos indicadores em 2026. O destaque foi dado ao resultado do Produto Interno Bruto de 2025, divulgado neste mês. No Estado, foi de R$ 753 bilhões, e a participação gaúcha no PIB nacional foi de 5,9%, uma queda em relação ao ano anterior, que havia sido puxado pelas obras de reconstrução pós-enchente de 2024.
Kolling chamou a atenção para a questão climática, seja por excesso de chuva ou pela seca, que interfere no resultado da agricultura - e esta, diretamente na economia. “Nos anos em que houve esse impacto (do clima) na safra, o Rio Grande do Sul perdeu espaço no PIB. Agora, a expectativa com a próxima safra é que 2026 seja de retomada”, exemplificou.
Na região central do Estado, sede do evento desta quarta-feira, as oportunidades identificadas estão na diversificação agrícola e na expansão da indústria de alimentos e bebidas. Já os principais desafios são, além do clima, de infraestrutura - para acesso e escoamento da produção -, e a carência de mão de obra, especialmente considerando que a região já tem registrado perda populacional.
O Mapa Econômico, explica Kolling, produz conteúdos especiais específicos para cada uma das cinco macrorregiões do Estado, que são definidas conforme a divisão em Conselhos Regionais de Desenvolvimento do governo do Estado. Os dados e as informações trabalhadas pelo Jornal do Comércio fazem um raio-x das matrizes produtivas das regiões e, com base em jornalismo de dados, formam indicadores da economia gaúcha. Também é feito o monitoramento do avanço das oportunidades e da superação dos desafios.
No palco da Sociedade Rio Branco, o editor-chefe do Jornal do Comércio, Guilherme Kolling, apresentou a iniciativa, destacando a presença de novos indicadores em 2026. O destaque foi dado ao resultado do Produto Interno Bruto de 2025, divulgado neste mês. No Estado, foi de R$ 753 bilhões, e a participação gaúcha no PIB nacional foi de 5,9%, uma queda em relação ao ano anterior, que havia sido puxado pelas obras de reconstrução pós-enchente de 2024.
Kolling chamou a atenção para a questão climática, seja por excesso de chuva ou pela seca, que interfere no resultado da agricultura - e esta, diretamente na economia. “Nos anos em que houve esse impacto (do clima) na safra, o Rio Grande do Sul perdeu espaço no PIB. Agora, a expectativa com a próxima safra é que 2026 seja de retomada”, exemplificou.
Na região central do Estado, sede do evento desta quarta-feira, as oportunidades identificadas estão na diversificação agrícola e na expansão da indústria de alimentos e bebidas. Já os principais desafios são, além do clima, de infraestrutura - para acesso e escoamento da produção -, e a carência de mão de obra, especialmente considerando que a região já tem registrado perda populacional.
O Mapa Econômico, explica Kolling, produz conteúdos especiais específicos para cada uma das cinco macrorregiões do Estado, que são definidas conforme a divisão em Conselhos Regionais de Desenvolvimento do governo do Estado. Os dados e as informações trabalhadas pelo Jornal do Comércio fazem um raio-x das matrizes produtivas das regiões e, com base em jornalismo de dados, formam indicadores da economia gaúcha. Também é feito o monitoramento do avanço das oportunidades e da superação dos desafios.