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Publicada em 05 de Setembro de 2026 às 18:45

EUA atacam petroleiros iranianos após mísseis ameaçarem navios de guerra

Os Estados Unidos declararam ter atingido e destruído três petroleiros iranianos neste sábado

Os Estados Unidos declararam ter atingido e destruído três petroleiros iranianos neste sábado

ATTA KENARE/AFP/JC
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Agências
As Forças Armadas dos EUA informaram neste sábado (5) que atacaram três petroleiros iranianos depois que navios de guerra da Marinha foram alvo de mísseis, alertando que "se necessário, destruiriam a frota petrolífera do Irã". 
Segundo comunicado das Forças Armadas, um porta-aviões e um contratorpedeiro (tipo de navio de guerra, rápido e manobrável) dos EUA evitaram "múltiplos ataques iranianos não provocados" enquanto patrulhavam a região e nenhum militar americano ficou ferido. A nota afirmou que dois petroleiros iranianos ficaram "permanentemente inutilizados" e que o terceiro, que estava vazio, foi destruído. 
O anúncio também afirmou que os petroleiros faziam parte de uma rede secreta que ajudava a financiar a poderosa Guarda Revolucionária do Irã e seus grupos armados aliados na região. 
Anteriormente, o Irã acusou os EUA de atacar um petroleiro iraniano perto da Ilha de Kharg, no Golfo Pérsico. 
Os EUA afirmaram que um petroleiro foi atingido ao largo da Ilha de Kharg e outro foi atingido perto de Jask. O petroleiro vazio foi atingido no Golfo de Omã. 
As ofensivas ocorreram quase uma semana depois que os EUA e o Irã retomaram as hostilidades, após um mês de relativa calma na guerra intermitente que começou com ataques dos EUA e de Israel em 28 de fevereiro. Ambos os lados têm buscado infligir danos tanto militares quanto econômicos, e as negociações fracassaram. 
"Não hesitaremos em defender as forças americanas e, se necessário, destruir a frota petrolífera limitada e vulnerável do Irã", afirmou o chefe do Comando Central dos EUA, afirmou o chefe do Comando Central dos EUA, almirante Brad Cooper.
 
*Este conteúdo foi traduzido com o auxílio de ferramentas de Inteligência Artificial e revisado pela equipe editorial do Estadão

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