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Publicada em 16 de Setembro de 2024 às 19:38

Donald Trump culpa Kamala e Biden por novo ataque

Ex-presidente sofreu tentativa de assassinato enquanto jogava golfe

Ex-presidente sofreu tentativa de assassinato enquanto jogava golfe

CHANDAN KHANNA/AFP/JC
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Folhapress
Donald Trump culpou o que chamou de "linguagem inflamada" de Joe Biden e Kamala Harris pela nova aparente tentativa de assassinato sofrida no domingo (15), enquanto jogava golfe na Flórida. "Ele acreditou na retórica de Biden e Harris, e agiu com base nisso", disse o republicano durante entrevista à Fox News na manhã de ontem. "A retórica deles está fazendo com que atirem em mim, quando sou eu quem vai salvar o país, e eles são os que estão destruindo, tanto de dentro quanto de fora."
Donald Trump culpou o que chamou de "linguagem inflamada" de Joe Biden e Kamala Harris pela nova aparente tentativa de assassinato sofrida no domingo (15), enquanto jogava golfe na Flórida. "Ele acreditou na retórica de Biden e Harris, e agiu com base nisso", disse o republicano durante entrevista à Fox News na manhã de ontem. "A retórica deles está fazendo com que atirem em mim, quando sou eu quem vai salvar o país, e eles são os que estão destruindo, tanto de dentro quanto de fora."
Em campanha para continuar na Casa Branca, os democratas acusam Trump de ser uma ameaça à democracia americana e às liberdades individuais. "Eles são a verdadeira ameaça", disse o candidato nesta segunda.
O discurso é o mesmo adotado pelo empresário após a tentativa de assassinato sofrida em 13 de julho, durante um comício em Butler, na Pensilvânia. Na época, Trump já havia culpado a retórica democrata pelo ataque. A investigação, no entanto, não identificou ainda qual foi a motivação do atirador, Thomas Crooks para atirar contra o ex-presidente, que foi atingido por um tiro de raspão na orelha. O jovem de 20 anos foi morto por um sniper do Serviço Secreto.
Já o suspeito pelo aparente ataque neste domingo, Ryan Wesley Routh, 58 anos, indiciado por dois crimes relacionados à posse de arma, tem uma ativa e contraditória atuação política. Em seu perfil no X, ele disse ter votado em Trump em 2016 e em Biden em 2020, e vinha fazendo diversas críticas ao empresário. A principal bandeira de Routh vinha sendo a Guerra na Ucrânia. Ele chegou a ir ao país para tentar lutar contra a Rússia, e apareceu em duas reportagens publicadas na imprensa americana sobre o assunto.
Trump tem afirmado durante a sua campanha que vai acabar com o conflito no Leste Europeu mesmo antes de ser eleito, alardeando uma suposta boa relação com o líder russo, Vladimir Putin, e o ucraniano Volodimir Zelensky. Porém, há um forte temor entre europeus de que, se eleito, o republicano reduza o apoio americano a Kiev ou pressione por um acordo de paz que implique em perda de território ucraniano. Questionado no debate se quer que a Ucrânia vença, Trump não respondeu.
 

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