A professora Roberta Dalcin, que leciona a disciplina de Emergência e Trauma no curso de Medicina da Universidade Luterana do Brasil (Ulbra), em Canoas, foi eleita a primeira mulher presidente da Sociedade Brasileira de Atendimento Integrado ao Traumatizado (SBAIT). A nova gestão iniciará em janeiro de 2026, coroando uma trajetória de mais de três décadas dedicadas à cirurgia do trauma e à formação de novos profissionais na área.
Atualmente vice-presidente da SBAIT, Roberta integra uma chapa composta por oito colegas que atuam conjuntamente. Fundada há mais de 40 anos, a Sociedade congrega cirurgiões do trauma, cirurgiões gerais, enfermeiros, fisioterapeutas e profissionais do atendimento pré-hospitalar, reunindo hoje 354 sócios ativos.
"Para atender uma pessoa vítima de trauma, seja um atropelamento, uma queda ou um ferimento por arma, por exemplo, é preciso uma equipe complexa e integrada. Nosso objetivo é disseminar boas práticas de atendimento e qualificar profissionais em todo o país", explica a professora.
Atualmente vice-presidente da SBAIT, Roberta integra uma chapa composta por oito colegas que atuam conjuntamente. Fundada há mais de 40 anos, a Sociedade congrega cirurgiões do trauma, cirurgiões gerais, enfermeiros, fisioterapeutas e profissionais do atendimento pré-hospitalar, reunindo hoje 354 sócios ativos.
"Para atender uma pessoa vítima de trauma, seja um atropelamento, uma queda ou um ferimento por arma, por exemplo, é preciso uma equipe complexa e integrada. Nosso objetivo é disseminar boas práticas de atendimento e qualificar profissionais em todo o país", explica a professora.
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A SBAIT tem como missão liderar e capacitar pessoas na prevenção e cuidado às vítimas de trauma, causa que representa a principal fonte de mortes no Brasil entre 1 e 40 anos, conforme Roberta. Nesse cenário, a professora destaca o papel da educação médica como ferramenta de transformação. "A Ulbra foi uma das primeiras universidades a inserir a disciplina de Trauma no currículo. É fundamental que o jovem médico saiba como agir diante de uma emergência, porque muitas vezes será o primeiro a atender o paciente", ressalta. Ela lembra que, atualmente, o Centro de Simulação Clínica da Ulbra amplia essas experiências práticas, aproximando os alunos de situações reais e fortalecendo a formação em emergência e trauma.
Com 33 anos de formação e mais de 30 dedicados à cirurgia do trauma, Roberta também atua como professora e coordenadora das residências médicas no Hospital de Pronto Socorro de Porto Alegre. Reconhecida nacionalmente na área, ela destaca que o próximo objetivo da SBAIT é consolidar a cirurgia do trauma como uma especialidade médica, hoje classificada como área de atuação da cirurgia geral.
"Quando tivermos mais profissionais oficialmente formados em cirurgia do trauma, conseguiremos fortalecer políticas públicas e garantir espaços adequados de atuação para esses especialistas", afirma a futura presidente.
A SBAIT tem como missão liderar e capacitar pessoas na prevenção e cuidado às vítimas de trauma, causa que representa a principal fonte de mortes no Brasil entre 1 e 40 anos, conforme Roberta. Nesse cenário, a professora destaca o papel da educação médica como ferramenta de transformação. "A Ulbra foi uma das primeiras universidades a inserir a disciplina de Trauma no currículo. É fundamental que o jovem médico saiba como agir diante de uma emergência, porque muitas vezes será o primeiro a atender o paciente", ressalta. Ela lembra que, atualmente, o Centro de Simulação Clínica da Ulbra amplia essas experiências práticas, aproximando os alunos de situações reais e fortalecendo a formação em emergência e trauma.
Com 33 anos de formação e mais de 30 dedicados à cirurgia do trauma, Roberta também atua como professora e coordenadora das residências médicas no Hospital de Pronto Socorro de Porto Alegre. Reconhecida nacionalmente na área, ela destaca que o próximo objetivo da SBAIT é consolidar a cirurgia do trauma como uma especialidade médica, hoje classificada como área de atuação da cirurgia geral.
"Quando tivermos mais profissionais oficialmente formados em cirurgia do trauma, conseguiremos fortalecer políticas públicas e garantir espaços adequados de atuação para esses especialistas", afirma a futura presidente.